CRÍTICA: 'O Rei da Mamata': Zeca Baleiro lança música em 'homenagem' a bolsonaristas

Segundo o cantor, a música é para os "que gostam de entrar nas redes sociais de artistas para escreverem bobagens como 'o choro é livre' e 'a mamata acabou'"

CRÍTICA:  'O Rei da Mamata': Zeca Baleiro lança música em 'homenagem' a bolsonaristas

Foto: Divulgação

O cantor e compositor Zeca Baleiro publicou neste domingo (8) pelo Instagram sua mais nova obra em "homenagem" aos bolsonaristas "que gostam de entrar nas redes sociais de artistas para escreverem bobagens como 'o choro é livre' e 'a mamata acabou'".
 
Entre outras alfinetadas, a canção diz: "eu podia estar roubando; Eu podia estar matando; Eu podia ser o líder da milícia na chacina; Eu podia estar ganhando até um dólar por vacina; Mas eu sigo trabalhando; E compondo e cantando; Ajudando a erguer uma nação desta latrina; A cumprir mui sinceramente a minha sina".
 
 
"O REI DA MAMATA
 
Dizem por aí que eu sou o rei da mamata
Caçador de patrocínios, comunista, esquerdopata
Dizem também que de arte ninguém mais precisa
Quando o mundo acabar por favor alguém me avisa
 
Dizem que eu mamo nas tetinhas da cultura
Quando o artista canta, o idiota nem murmura
Bando de hipócritas lambendo a sandália
De gente rica, inculta, ignorante, uma gentalha
 
Eu podia estar roubando
Eu podia estar matando
Eu podia ser o líder da milícia na chacina
Eu podia estar ganhando até um dólar por vacina
Mas eu sigo trabalhando
E compondo e cantando
Ajudando a erguer uma nação desta latrina
A cumprir mui sinceramente a minha sina
 
Você por sua vez se orgulhando da bravata
De ser apoiador de um imbecil sociopata
Requenguela, mequetrefe
Cada qual tem a cultura que merece
Ordinário, mequetrefe
Cada um tem a cultura que merece".
Direito ao esquecimento

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