Comandante da PM diz que Estado sempre procurou negociar e que greve perde forças

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Foto: Divulgação

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O comandante geral da Polícia Militar de Rondônia, coronel Paulo César de Figueiredo, foi o entrevistado desta segunda-feira (12), do programa A Voz do Povo, da rádio Cultura FM 107,9, comandado pelo jornalista e advogado Arimar Souza de Sá.
O tema central da entrevista foi a greve deflagrada pelos policiais militares há duas semanas. "O movimento começou com o fechamento do 1º e do 5º Batalhões na capital. É importante que a sociedade saiba que as tratativas sobre reajuste na PM vem sendo feitas desde o início do ano e nos últimos dois meses, essa negociação se intensificou. Como o Governo trabalhou no primeiro no ano com o orçamento do ano anterior, as nossas demandas tiveram muito mais na pauta de estudos", disse o comandante.
O coronel garantiu que não houve promessa ou compromisso de conceder um reajuste com percentual de 44%. "Esse índice de reajuste foi colocado para estudo, que fique bem claro. Esse índice seria a defasagem dos vencimentos da Polícia Militar. Não houve esse comprometimento, mas sim isso foi um levantamento feito desde o ano passado. Se houvessem as condições, o Governo, ao longo dos quatro anos, iria tentar se aproximar desse reajuste, para corrigir a defasagem", explicou.
O comandante afirmou que "trabalhamos com as associações e os técnicos financeiros do Governo. Essa entidade, a Assfapom se retirou do processo, mas as demais permaneceram e aceitaram a proposta de reajuste do Estado. O governador havia aceitado um encontro com as entidades, para ratificar o percentual de aumento, mas no mesmo dia, a associação que ficou fora do movimento, deflagrou greve".
Segundo ele, a primeira greve na PM em Rondônia ocorreu em 1993. "Desde então, a classe tinha três representatividades de classe. Nesse período, houve a criação de Associações de Esposas, com manobras de fechamento de quartéis.
Na greve atual, apesar de dizerem o contrário, há claramente a participação da Associação Assfapom, através de seu presidente e de sua esposa", observou.
César comentou também que "antevendo a paralisação, antecipadamente determinamos aos policiais que armas e viaturas fossem recolhidas ao quartel do Exército. A Força Nacional, junto com Operações Especiais e com os policiais que se apresentaram ao trabalho, mantiveram o policiamento. Ocorre que os policiais estavam determinados a irem ao quartel do Exército, mas passivamente foram aos quartéis, onde tiveram as suas fardas sujas e ficaram impossibilitados de trabalharem".
O coronel disse que a situação está normalizada e que a população pode se considerar segura, com a atuação dos homens do Exército, Força Nacional e de PM's. "Temos o controle da segurança e somente nesta segunda-feira, cerca de 90 policiais militares compareceram ao serviço na capital, onde tivemos a diminuição das ocorrências. Nós já temos a situação resolvida em Ariquemes, Ji-Paraná e em Ouro Preto", anunciou.
O comandante assegurou que " o Governo mantém a proposta de 12,6%, divididos em três parcelas, além de serem beneficiados com o reajuste de todos os servidores estaduais. "Com o aumento, em abril de 2013, o salário de um policial militar ficaria em torno de R$ 3.000. Hoje, o salário inicial, com o auxilio fardamento e outros benefícios, fica entre R$ 2.000 e R$ 2.500. O Governo está propondo o que é possível, pois é preciso ter responsabilidade com todo o Estado".
O coronel reafirmou que os salários dos policiais grevistas serão descontados. "Temos as nossas normas, nossa hierarquia. O policial tem a sua escala de serviço, mas se ele não compareceu, ele vai ser sim descontado. Nós temos o controle das escalas e por determinação da Secretaria de Segurança, vamos fazer os cortes de salários", acrescentou.
Sobre a prisão do presidente da Assfapom, Jesuíno Boabaid, ele declarou que "desde o início do movimento, passamos a atuar com a nossa Corregedoria, apurando os fatos. Instauramos o inquérito para apurar se havia transgressão disciplinar. Ele já havia sido preso antes e o juiz alertou que uma nova ação semelhante a que o levou preso, ele teria a preventiva decretada. O pedido foi feito e deferido".
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