O abandonado pela antiga gestão municipal, um espaço conhecido como “valão do Cohab”, localizado entre as ruas Alfazema, Hortelã e São Sebastião, no bairro Cohab Floresta, Zona Sul de Porto Velho, tem sido motivo de muitas reclamações pelos moradores do Bairro. O local que está tomado pelo mato alto, não recebe limpeza e desobstrução do córrego, há mais de oito meses.
A situação segundo o morador da Rua Alfazema, Leonardo Leite, tem gerado diversos problemas para a comunidade, incluindo riscos à saúde e ao meio ambiente. “Esse local sempre foi esquecido pelo poder público e abandono favorece o aparecimento de animais peçonhento, mosquito da dengue, usuários de drogas, colocando em risco a vida de moradores e transeunte”, desabafou.
Há meses os moradores estão tentando chamar a atenção das autoridades para esse problema, mas até agora nada foi feito. “O mato está tão alto que já não conseguimos mais ver o córrego, e o lixo está se acumulando cada vez mais", desabafa Leonardo Maloney, morador do bairro há mais de 15 anos.
Outro ponto de preocupação é o risco de enchentes durante o período chuvoso. Com o córrego obstruído pelo mato e pelo lixo, a água pode transbordar e invadir as casas próximas, causando danos materiais e colocando a vida dos moradores em perigo.
Os moradores estão cobrando uma ação urgente da prefeitura e a presença dos novos vereadores para limpeza e recuperação da área. Eles pedem que seja realizada a roçagem do mato, a retirada do lixo e a manutenção regular do córrego, para evitar que o problema se repita no futuro, inclusive que sejam destinadas Emendas do parlamento municipal, e projeto para revitalização do local.
"Precisamos que as autoridades olhem para a nossa comunidade. Não podemos continuar vivendo em um ambiente insalubre, pois nesse local muitos moradores praticam caminhadas e outras atividades físicas. Queremos uma solução definitiva para esse problema", conclui Leonardo Leite.
A prefeitura de Porto Velho ainda não se pronunciou sobre as denúncias dos moradores do bairro Cohab Floresta. Enquanto isso, a comunidade continua mobilizada, buscando formas de pressionar o poder público a agir em prol da qualidade de vida no bairro.