Em Rondônia, o impacto econômico é mais concentrado na capital. Porto Velho mantém tradição de blocos de rua e desfiles
Foto: Divulgação/BVQQ
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O Carnaval 2026 deve registrar o maior faturamento da série histórica e consolidar a festa como motor relevante da economia brasileira. Segundo dados divulgados pela Forbes Brasil, com base em estimativa da FecomercioSP, a festa deve movimentar R$ 18,6 bilhões — alta de 10% em relação aos R$ 16,9 bilhões do ano passado. Se confirmado, será o melhor desempenho desde 2011, quando o faturamento foi de R$ 13,8 bilhões.
O Ministério do Turismo projeta 65 milhões de pessoas envolvidas nas celebrações em todo o país, crescimento de 22% frente a 2025. Apenas as chamadas capitais do Carnaval — Salvador, Olinda, Recife e Rio de Janeiro — devem reunir mais de 40 milhões de foliões.
Em Rondônia, o impacto econômico é mais concentrado na capital. Porto Velho mantém tradição de blocos de rua e desfiles que mobilizam milhares de pessoas, fortalecendo o comércio informal, bares, hotéis e o setor de serviços. O carnaval de rua é o principal formato da festa no estado, com programação espalhada por diversos bairros.
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No interior, porém, o cenário é distinto. Em municípios com perfil mais conservador e presença religiosa marcante, as festividades não têm a mesma dimensão nem movimentam cifras expressivas. A agenda local costuma priorizar retiros espirituais e eventos religiosos durante o período.
Enquanto o país registra cifras bilionárias e recordes de público, Rondônia apresenta um carnaval de contrastes: forte e popular na capital, discreto e pouco representativo em boa parte do interior.
* O resultado da enquete não tem caráter científico, é apenas uma pesquisa de opinião pública!