202 TONELADAS: Apreensões de drogas pela PF e PRF crescem de forma absurda na Amazônia

Operações policias constantes tem gerado prejuízos para os traficantes que atuam na Amazônia

202 TONELADAS: Apreensões de drogas pela PF e PRF crescem de forma absurda na Amazônia

Foto: Divulgação/Operação PF

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As apreensões de drogas na Amazônia Legal registraram forte crescimento nos últimos anos e confirmam a consolidação da região como um dos principais corredores do narcotráfico internacional no Brasil. Os dados constam do relatório Cartografias da Violência na Amazônia 2025, com base em levantamentos das forças federais de segurança

 



Entre 2019 e 2024, a Polícia Federal (PF) apreendeu 118 toneladas de cocaína nos estados da Amazônia Legal, volume 84,8% maior que o registrado no início do período. Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF) retirou de circulação 84 toneladas da droga, com um crescimento ainda mais acentuado: 239,9% em cinco anos. A soma das apreensões feitas pela PF e PRF chegam a 344,7% no período.

 



Os números mostram que, além do aumento absoluto nas apreensões, a participação da Amazônia Legal no total nacional também cresceu de forma significativa. Em alguns anos, a região chegou a concentrar quase metade de toda a cocaína apreendida pela PRF no país, evidenciando o deslocamento das principais rotas do tráfico para o Norte.

Gráfico – Apreensões de cocaína na Amazônia Legal (2019–2024)

 

O gráfico destaca o peso das forças federais no enfrentamento ao tráfico, com a PF atuando principalmente nas áreas de fronteira, enquanto a PRF se concentra nos corredores rodoviários que conectam a Amazônia às regiões Centro-Sul e Nordeste.
 

 


De acordo com o relatório, o avanço das apreensões está diretamente relacionado ao aumento da produção de cocaína nos países andinos e à diversificação das rotas criminosas. Os rios amazônicos seguem como vias estratégicas, especialmente nos estados do Amazonas, Acre, Pará e Amapá, enquanto Rondônia e Mato Grosso se destacam pelo uso combinado de rodovias e transporte aéreo.

 



O estudo ressalta, porém, que o crescimento das apreensões não significa redução do tráfico, mas sim a expansão e sofisticação das redes criminosas, que atuam de forma integrada com outras economias ilegais, como o garimpo e o contrabando. Essa dinâmica amplia os impactos sociais e ambientais e contribui para o aumento da violência em diferentes territórios da Amazônia Legal.

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