As forças militares dos Estados Unidos e do Equador anunciaram hoje uma operação conjunta em território equatoriano para combater organizações terroristas.
O que aconteceu
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Objetivo da parceria é combater organizações classificadas como terroristas ligadas ao narcotráfico. O anúncio foi feito pelo United States Southern Command, conhecido como Southcom, que é o comando das Forças Armadas dos EUA responsável por operações militares na América Latina e no Caribe.
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Comando militar diz que operação mostra o compromisso de países parceiros para combater o narcoterrorismo. Na mensagem, os americanos afirmam que "há muito tempo narcoterroristas infligem terror, violência e corrupção a cidadãos em todo o hemisfério".
"Em 3 de março, as forças militares equatorianas e americanas lançaram operações contra organizações terroristas designadas no Equador. As operações são um exemplo poderoso do compromisso dos parceiros na América Latina e no Caribe no combate ao flagelo do narcoterrorismo."
- Southcom, nas redes sociais
"Elogiamos os homens e mulheres das Forças Armadas equatorianas por seu compromisso inabalável com esta luta, demonstrando coragem e determinação por meio de ações contínuas contra os narcoterroristas em seu país."
- Southcom
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Operação militar dos EUA no Equador ocorre poucos dias após morte de narcotraficante no México. Nemesio Rubén Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, tido como um dos líderes do narcotráfico mais procurados do mundo, foi morto após operação na cidade de Tapalpa, Jalisco
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Militares localizaram El Mencho enquanto ele era escoltado por integrantes do CJNG (Cartel Jalisco Nueva Generación). A operação contou com apoio dos Estados Unidos, segundo o governo mexicano
Operação militar no Equador acontece em meio à tensão com Irã
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Americanos estão em conflito no Oriente Médio. As forças militares dos Estados Unidos e de Israel lançam ataques coordenados contra alvos iranianos desde sábado (8).
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Número de mortos no Irã sobe. Pelo menos 1.097 pessoas entre elas, 181 crianças foram mortas no Irã desde o início da guerra com Estados Unidos e Israel, ocorrido no sábado (28)
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Balanço foi feito pela Human Rights Activists News Agency (Hrana). Pelo menos 85 pessoas foram mortas somente nas últimas 24 horas. Outras 624 mortes relatadas estão em processo de revisão, aguardando verificação e classificação. Já o número de civis feridos chega a 971 pessoas, incluindo 115 crianças