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Polícia busca mulher que aparece em vídeo de fake news sobre caixões

Prefeitura já havia se posicionado desmentindo as informações que circulam nas redes sociais

Estado de Minas

02 de Maio de 2020 às 18:23

Atualizada em : 03 de Maio de 2020 às 02:44

Foto: Richard Nunes / Rondoniaovivo.com

O vídeo com informações falsas que circula nas redes sociais, de uma mulher dizendo que “caixões estão sendo enterrados com pedras e pedaços de madeira em vez de corpos em BH”, será alvo de investigações da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

 

Através de nota, a corporação confirma que vai instaurar procedimento para apurar a origem do vídeo e encontrar a pessoa que aparece nas imagens. “Quem tiver informações sobre essa mulher, é importante denunciar no 181”, diz o comunicado. Como a corporação está em regime de plantão durante o feriadão, não foi informado em qual delegacia específica a investigação irá ocorrer.

 

No vídeo, a mulher procurada diz que: "mandaram arrancar todos os caixões para poder fazer o exame e ver se é coronavírus mesmo. Sabe o que tem dentro do caixão? Pedra e madeira. Um monte de caixão cheio de pedra e madeira". Na sexta-feira, (1º/5), a Prefeitura de Belo Horizonte já havia se manifestado sobre o vídeo, desmentindo as informações, classificadas pelo governo municipal como “sem fundamento”.

 

Em nota, a PBH também afirma que "os sepultamentos em cemitérios públicos e privados na capital mineira são realizados, exclusivamente, por profissionais específicos (coveiros) de cada necrópole - utilizando equipamento de proteção individual e adotando as medidas sanitárias cabíveis."

 

Nos cemitérios municipais da capital mineira, os sepultamentos são feitos mediante a apresentação de atestado de óbito ou da guia de sepultamento emitida pelo cartório em conformidade com as informações contida no atestado de óbito. "Esta deve ser apresentada no cemitério, acompanhada de documentos pessoais do solicitante - familiar ou pessoa responsável pela solicitação -, que deve comprovar seu vínculo com o falecido (por meio de documentos pessoais e/ou procuração)", finalizou a nota da Prefeitura.

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