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Família denuncia médico por negligência com paciente em Policlínica

Família denuncia médico por negligência com paciente em Policlínica

Da Redação

09 de Novembro de 2012 às 15:15

Foto: Divulgação

 

O policial militar Edivaldo Coelho da Silva protocolou junto ao Ministério Público do Estado de Rondônia na manhã de hoje (09) denúncia - Doc nº 396/12 - contra o médico Álvaro Paraguassú Neto por ter sido, segundo ele, negligente em relação ao atendimento com a sua mãe, Eulina Coelho Silva (59), que teve uma crise hipertensa no último dias 06, terça-feira, quando foi levada com urgência à Policlínica Ana Adelaide, localizado no Bairro Pedrinhas, região Norte de Porto Velho.

Segundo relato de sua denúncia, Edivaldo descreveu que a sua mãe ficou internada na policlínica de 9h29 até as 12h30 e que ao ser atendida pelo médico ele apenas esperou normalizar a pressão arterial e depois a liberou, comunicando que deveria procurar uma unidade básica de saúde onde poderia obter um encaminhamento para um cardiologista.

"Eu o avisei de que a minha mãe não tem histórico de doença cardíaca e poderia ser algo mais grave", disse Edivaldo Coelho.

Às 20h da mesma terça-feira Eulina começou a passar mal novamente, sendo encaminhada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Avenida Jatuarana (em frente a Comando de Operações Policiais/PM). Lá o médico que a atendeu avisou que ela estava tendo um possível AVC (Acidente Vascular Cerebral).

Dali dona Eulina foi encaminhada através de uma unidade móvel do SAMU para o Hospital João Paulo II, ficando até ontem (08) quando foi transferida para uma UTI do Hospital de Base Ary Pinheiro, onde se encontra internada aguardando cirurgia para tirar um coágulo do cérebro e diminuir a pressão craniana.

Edivaldo procurou o Ministério Público para que providências sejam tomadas "(...) quanto ao mal atendimento formalizado pelo Dr. Álvaro Paraguassú, pois segundo o senhor Edivaldo sua mãe poderá ficar com sequelas".

Edivaldo fez o registro de uma ocorrência na 1ª Delegacia de Polícia Civil, sob o nº 12E1001010955, onde enfatizou que exige medidas cabíveis das autoridades em relação a suposta negligência do médico que a atendeu a paciente, que pode ter levado a graves consequências, colocando-a em risco de morte.

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