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SEM NOÇÃO: Pastor é preso suspeito de usar nome do diabo para estuprar adolescente

Foi decretada a prisão preventiva do investigado por 30 dias

JORNAL DE BRASÍLIA

05 de Novembro de 2020 às 11:22

Atualizada em : 05 de Novembro de 2020 às 13:41

Foto: Divulgação

 

JORNAL DE BRASÍLIA - O pastor suspeito de estuprar uma adolescente de 13 anos se apresentou à Polícia Civil, nessa quarta-feira (4). Em seguida, o homem foi detido. De acordo com as vítimas, o religioso usava o nome do “diabo” para cometer os estupros.

 
Segundo informações obtidas, o pastor procurou a delegacia de Jaru-RO acompanhado de um advogado depois da denúncia contra ele ganhar repercussão. No entanto, o pastor negou os estupros.
 
Foi decretada a prisão preventiva do investigado por 30 dias. Ele saiu da delegacia segurando uma bíblia e depois foi colocado em uma viatura.
 
Depois da adolescente denunciar o pastor, outras vítimas de possíveis estupros procuraram a delegacia e também devem ser ouvidas na investigação.
 
Relembre o caso
 
Uma adolescente de 13 anos denunciou um pastor por estupro. De acordo com a vítima, o suspeito usava o nome do diabo para ameaçá-la, caso ela se recusasse a manter relações sexuais com ele. O pastor ainda não foi localizado pela polícia.
 
De acordo com a Polícia Militar, o pai da vítima afirmou que a filha vinha sendo estuprada pelo pastor. Segundo o relato da adolescente, o acusado a ameaçava, dizendo que se não o obedecesse seria levada pelo “diabo” ao inferno. O caso ocorreu em Jaru-RO.
 
A jovem disse ainda que os abusos ocorriam com frequência, o que a fez denunciar o crime. Após colher os relatos, uma equipe da polícia se dirigiu até a residência do suspeito, no entanto, ele não estava no local.
 
Duas meninas foram encontradas sozinhas dentro da residência. Um homem assumiu a responsabilidade pelas crianças. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil.
 
Recentemente, uma outra adolescente da mesma idade também denunciou o suspeito por estupro, de acordo com a polícia. A menina contou à mãe que o pastor a ameaçava com o mesmo discurso e a obrigava a manter relações sexuais com ele. Os abusos teriam ocorrido pelo menos em três ocasiões, conforme a ocorrência policial.
Direito ao esquecimento

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