Muita polêmica sobre a destinação incorreta do lixo urbano em Ji-Paraná tem sido motivo de palestras, audiências públicas e reuniões
Foto: Divulgação
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No Brasil mais de três mil lixões impactam na qualidade de vida de mais de 77 milhões de brasileiros, conforme dados da Abrelpe – Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública. São mais de 30 milhões de toneladas de lixo, depositados de forma inadequada contaminando o lençol freático e o solo, e transformando para pior a vida das pessoas.
Em Ji-Paraná não é diferente, pessoas que vivem no entorno dos lixões a céu aberto, também são afetadas pelas águas contaminadas devido a grande quantidade de lixo descartado a céu aberto e a falta de cuidado ao depositá-lo, contaminando não só o solo, mas também o ar, disseminando doenças que afetam crianças e adultos que trabalham de forma insalubre no local.
Conforme a Lei 12.305/2010 os depósitos de lixo a céu aberto já deveriam ter sido erradicados no Brasil e terem sido substituídos por aterros sanitários que são tecnicamente preparados com material de tecnologia adequado para a impermeabilização do solo evitando o derrame de chorume que envenena o lençol freático.
Entretanto, atualmente encontra-se finalizado no centro do estado um aterro sanitário de propriedade particular da MFM Soluções Ambientais com capacidade para receber trezentas toneladas de lixo diariamente e atender onze municípios da região central de Rondônia.
O aterro segue todos os parâmetros de segurança e normas técnicas ambientais, aguardando apenas pareces dos órgãos competentes para o inicio das atividades em Ji-Paraná.
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