PROTEÇÃO: Mães idosas dizem que segunda dose da vacina é o melhor presente

Dias das mães será marcado pela esperança com a imunização contra a Covid-19 em Porto Velho

PROTEÇÃO: Mães idosas dizem que segunda dose da vacina é o melhor presente

Foto: Divulgação

 

Com trajetórias marcadas por lutas, perseverança e trabalho pesado, elas vislumbram, agora, um tempo de vitórias. Assim as mães idosas se revelam ao tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Repletas de esperança, veem o imunizante como o melhor presente que poderiam receber nesse Dia das Mães.
 
Leda considera a vacina como um presenteLeda considera a vacina como um presente
 
Com 90 anos de idade e mãe de cinco filhos, a aposentada Maria de Nazaré Nogueira, mostra que é uma mulher muito forte e aguerrida. Natural do Lago do Acará, no estado do Amazonas, perdeu o pai quando ainda era criança e cedo começou a trabalhar na roça para ajudar no sustento de casa.
 
Dona Nazaré, como é conhecida, conta que diante da pandemia procurou ficar tranquila, confiando em Deus, mas sempre tomando cuidado para não ser contaminada pelo vírus.
 
“Agora que recebi a segunda dose estou mais segura, com muito mais esperança e vontade de viver. Essa vacina chegou na hora certa. É como um presente para todas as mães”, disse com alegria.
 
Para Leda Miranda, 83 anos, a vacina não é um simples presente, “é uma dádiva que multiplica a esperança de viver dias melhores”, dando a ela mais vontade de aproveitar o tempo com a família.
 
Natural de Porto Velho e aposentada, Leda também passou por muitas dificuldades para criar os dez filhos. “Trabalhei muito cortando seringa (extração do látex) e também na agricultura por longos anos. Hoje me sinto vitoriosa depois de tomar a segunda dose”, declarou.
 
Maria de Souza vai manter os cuidados mesmo após a vacinaMaria de Souza vai manter os cuidados mesmo após a vacina
 
Aos 82 anos de idade, Maria de Souza Santos, mãe de 10 filhos, também era só felicidade após ser imunizada com a segunda dose da vacina AstraZenica, no Campus 2 da Faculdade Uniron.
 
Maria nasceu no Ceará, mas sua família mudou-se para o Acre, onde morou por muitos anos e também trabalhou como ‘soldado da borracha’. Quando os filhos já estavam maiores veio com eles para Porto Velho. Aqui, entre outras atividades, lavou roupas para famílias para sustentar a prole.
 
Ao concluir o ciclo da imunização contra a Covid-19 ela comemorou: “A vacina é um grande presente, me sinto mais confiante, mas vou continuar cuidando da saúde”.
 
GRATIDÃO
 
Para Raquel Ferreira a vacina traz esperançaPara Raquel Ferreira a vacina traz esperança
 
A alegria também contagiou as mães que estão na equipe de imunização. “É um sentimento gratificante e até mesmo emocionante, um momento único na nossa história”, descreveu a acadêmica Raquel Ferreira Chaves, mãe de dois filhos.
 
Ela está concluindo o curso de enfermagem e presta auxílio às servidoras da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) na sala de vacinação.
 
Raquel conta que sentiu medo ao entrar nos hospitais para dar continuidade ao estágio durante a pandemia. O temor de levar o vírus e contagiar a família foi vencido e ela trabalha seguindo as orientações de segurança. “A vacina traz esperança de dias melhores para nós e os nossos filhos”, finalizou.
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