Na tarde da última terça-feira (27), a presidência do SINDSBOR (Sindicato dos Soldados da Borracha e Seringueiros do Estado de Rondônia), compareceu no Ministério de Desenvolvimento Agrário em Brasília (DF) para avaliar como anda o processo de solicitação dos mapas dos antigos seringais dos quatros estados da região norte do Brasil, onde estes trabalhadores exerceram suas funções.
De acordo com o vice-presidente do SINDSBOR, George Telles de Menezes, os Soldados da Borracha e Seringueiros que desempenharam seus relevantes serviços à pátria amada Brasil, necessitam destes documentos, pois somente assim comprovam suas jornadas de trabalho, que inclusive para muitos estudiosos foi de total escravidão.
Segundo Telles de Menezes, o Acre, o Amazonas, Rondônia e Pará foram estados que adotaram o sistema de escravidão, na década de 40, pois os ‘senhores dos seringais’, apenas pensavam em faturar e o direito do trabalhador era esquecido em meio a um território inóspito, perigoso e esquecido pelo Governo brasileiro.
“Não tem como o estado querer mudar a história sofrida desses homens que arriscaram tudo por uma vida melhor e sonhavam ainda com a vitória dos países aliados na II Guerra Mundial”, declarou o vice-presidente George Telles de Menezes na tarde desta quarta-feira (28) a agência digital saibaqui.com.
Entretanto, o SINDSBOR vem buscando as alternativas plausíveis com o governo e demais autoridades políticas do Brasil, pois o intuito é solucionar a injustiça que vem prejudicando os bravos Dragões da Amazônia.