ESPAÇO ABERTO: Indústria de suínos de Rondônia agoniza por falta de políticas para o setor

ESPAÇO ABERTO: Indústria de suínos de Rondônia agoniza por falta de políticas para o setor

Foto: Divulgação

DESCASO
 
O aparente desleixo da Secretaria Estadual de Agricultura pode ocasionar a completa ociosidade de um grande potencial econômico do Estado. Produtores de suínos, que em 2010 viram na atividade da suinocultura uma boa alternativa para viabilizar propriedades e aquecer a economia regional, perderam a esperança de ver a criação de porcos fomentar a economia de Rondônia.
 
INCENTIVO
 
Em agosto de 2016, o Governo do Estado publicou no Diário Oficial a liberação de recursos para a implantação de um frigorífico de suínos em Rondônia. Seriam 9 milhões em investimentos. 50% custeados pelo governo e o restante pelos produtores.
 
INVESTIMENTOS
 
A expectativa de negócios fez com a Associação de Criadores de Suínos comprasse a ideia. Eles adquiriram área, foram atrás de todas as licenças exigidas e conseguiram autorização para o frigorífico.
 
DIVISÃO
 
De acordo com a Associação, foram investidos mais de 200 mil reais na logística, fora o dinheiro usado na compra da área. 100 produtores teriam investido 40 mil reais cada um para ver o negócio prosperar.
 
MODELO
 
Para garantir excelência no empreendimento, representantes do Governo e da Associação dos Criadores, juntamente com o vice-governador na época, Daniel Pereira, foram até o Acre, conhecer um bem sucedido frigorífico exportador de suínos.
 
PPPC
 
O grupo voltou de lá com a ideia de uma Parceria Pública Privada Comunitária, que foi uma alternativa positiva do governo acreano para alavancar a suinocultura. Foi então divulgado um chamamento público pela Secretaria de Agricultura, que já tinha Evandro Padovani como Secretário.
 
 
PAPEL
 
A inciativa da Secretaria de Agricultura ficou só no chamamento, já que não teria havido a liberação dos recursos previstos na parte que competia ao governo.
 
PREJUÍZO
 
Além do frigorífico não sair do papel, os produtores que investiram no projeto perderam todo o dinheiro. 
 
PREJUÍZO 2
 
O Estado de Rondônia também foi prejudicado. Viu diminuir uma criação que poderia tornar a economia tão rentável quanto à exportação de carne bovina.
 
EXPECTATIVA
 
Quando surgiu o projeto da suinocultura, o rebanho de suínos em Rondônia passava de 210 mil cabeças. Havia a possibilidade de abate de 300 animais dia. Além disso, também haveria produção de linguiça e banha. 
 
REDUÇÃO
 
Segundo dados da Pesquisa da Pecuária Municipal, fornecida pelo IBGE, atualmente o rebanho de suínos do estado tem pouco mais de 150 mil cabeças.
 
DESÂNIMO
 
Segundo os produtores, a maior frustração da categoria é não ter uma política voltada ao segmento. A secretaria de Agricultura estaria até ignorando o fato de
que o Estado tem fartura de milho, soja, farelo de soja e conhecimento técnico, que tornam viável o  frigorífico.
 
CONTRÁRIO
 
A Associação enfatiza ainda que o Secretário de Agricultura, Evandro Padovani, teria conversado com o setor uma única vez, quando ainda era gestor no governo Confúcio Moura. Depois disso não teria mais atendido os produtores. 
 
EXEMPLO
 
Segundo a Associação dos Criadores de Suínos, o Acre com uma área e estrutura bem mais modestas que o Estado de Rondônia abastece tranquilamente o consumo interno e ainda exporta carne suína.  
 
AUTORIZADO
 
O Acre recebeu autorização para exportar carne suína para o Peru. A abertura comercial para exportação significa o crescimento para a cadeia produtiva no estado, sobretudo no cenário pós-pandemia.
 
CADEIA
 
O diretor presidente da indústria Dom Porquito, Alder Cruz, explica que a suinocultura é um negócio que tem muitas parcerias, diversos setores são aliados, e também há necessidade da produção de grãos o que exige produtores parceiros para fazer engorda e a produção dos suínos.
 
PRODUÇÃO
 
A expectativa com a exportação é quase triplicar a quantidade de abate de suínos. Atualmente a Dom Porquito abate 250 animais por dia. Em dois anos, a previsão é chegar a 500 ou 700 animais por dia.
 
OUTRO LADO
 
A assessoria de imprensa do secretário Evandro Padovani não respondeu os questionamentos da coluna.
 
SIMBIOSE
 
O tema é controverso, mas uma equipe de cientistas renomados não descarta a possibilidade de que pedaços de genes do novo coronavírus possam se integrar aos cromossomos humanos – e permanecer neles por muito tempo após o fim da infecção.
 
CONTESTAÇÃO
 
Além do ceticismo em torno da hipótese – que muitos afirmaram ser uma criação de laboratório –, a principal crítica levantada no meio acadêmico foi a de que a afirmação poderia causar desconfiança a respeito das vacinas que utilizam a nova tecnologia de RNA mensageiro (RNAm) – como é o caso do imunizante da Pfizer –, alimentando temores infundados de que elas poderiam de alguma forma alterar o DNA humano. 
 
NOVA INFECÇÃO
 
Se o estudo inicial estiver certo, o mecanismo pode explicar como algumas pessoas podem se recuperar da covid-19 e depois testar positivo novamente, meses depois.
 
ESTUDO
 
Os responsáveis pela peça original são o biólogo de células-tronco Rudolf Jaenisch e o especialista em regulação de genes Richard Young, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. O artigo foi liberado em dezembro de 2020, em um pré-print no site bioRxiv, especializado em textos da área de ciências biológicas pendentes de revisão.
 
CASO A CASO
 
Os pesquisadores enfatizaram que a integração viral não significa que os recuperados de covid-19 continuem infectados. Eles também deixaram claro que seus resultados, originais ou novos, não implicam de nenhuma forma na suspeita de que vacinas de RNAm integrem suas sequências no DNA humano.
 
CRÍTICAS AO ESTUDO
 
Algumas das principais críticas recebidas foram abordadas pelo time do estudo em um novo artigo publicado online, no dia 6 de maio, pelo Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). “Agora temos evidências inequívocas de que as sequências do coronavírus podem se integrar ao genoma”, afirmou Jaenisch em entrevista à revista Science.
 
O ASSASSINATO DE JESSE JAMES PELO COVARDE ROBERT FORD ( 2007 )
 
Desde a infância, Robert Ford (Casey Affleck) sempre admirou o famoso fora da lei Jesse James (Brad Pitt). Depois de várias tentativas de integrar a gangue reformada de bandidos do Missouri, o jovem começa a ficar ressentido com o “ídolo” e líder do bando. Eis uma dica para quem gosta de faroeste.
 
 
**Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Rodoniaovivo
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