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ELEIÇÕES: PTB aposta em projeto macro que pensa Porto Velho para 30 anos

O projeto começou a ser divulgado pelo candidato a prefeito pelo PTB, Leonel Bertolin

ASSESSORIA

29 de Setembro de 2020 às 16:00

Foto: Divulgação

Um projeto macro, com origem em um Plano Diretor, com um aporte financeiro grande, obtendo uma fatia do montante de R$ 784 bilhões, valor estimado para todo o país, e a meta de pensar Porto Velho, maior cidade de Rondônia, para os próximos 30 anos. Este é o trunfo central apresentado pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) para vencer as eleições deste ano e comandar a capital nos próximos quatro anos.
 
O projeto começou a ser divulgado pelo candidato a prefeito pelo PTB, Leonel Bertolin, e vem ganhando apoio de vários setores da economia, bombardeada pela crise gerada pela pandemia do novo coronavírus.
 
Gestor público experiente, Bertolin afirma que o partido definiu um plano de governo para Porto Velho que foi estudado, não só definindo um projeto com sustentabilidade e inteligência, mas adequado à sua realidade. Ele explica que a capital é uma cidade que passou todas gestões e até então o último plano diretor, por exemplo, foi feito na época do saudoso Chiquilito Erse.
 
Isto mostra a necessidade de Porto Velho ter um caminho, um rumo certo, que começa pelo plano diretor, pensando no mínimo em 30 anos para frente, fazendo com que nós possamos definir a economia na nossa capital. A gente tem no nosso plano de governo, primeiro, a dinamização da economia, relata.
 
Bertolin explica que seu plano de governo possui quatro eixos que estão diretamente interligados. Primeiro, dinamizar a economia, melhorar a qualidade de vida das pessoas, com investimentos em novas gerações. “Porto Velho hoje não tem uma economia definida, nós vivemos ainda do contracheque, apesar do agronegócio forte, que não está definido ainda. Nossa proposta é ter quatro frentes de trabalho: agronegócio, agricultura, a industrialização, já que temos a matéria-prima, e de posse de uma lei que estabelece a melhor condição para o empresário se estabelecer. Isso deixa explícita a necessidade de fazer uma mudança na legislação do município para que você possa realmente dar condições para que o empresário tenha mais facilidade para investir”, afirma.
 
Bertolin aposta na desburocratização da legislação como forma de incentivo para atrair novos empresários para Porto Velho. Ele destaca que a cidade está, geograficamente, no coração da América Latina, ao lado dos países latinos com 210 milhões de pessoas, cita a hidrovia do Rio Madeira como sendo capaz de exporta por resto do mundo, Manaus como um grande polo consumidor, com mais de dois milhões e meio de habitantes, com necessidade de compra de tudo, já que a vocação do Amazonas não é o agronegócio, avalia.
 
Após as mudanças, vamos ao empresário de São Paulo, da Região Centro-Oeste, mesmo ele fabricando confecções, calçados, nós teremos condições de oferecer vantagens que as demais capitais não têm como fazer. Temos como que ele acredite na gestão, dando segurança para ele se estabelecer, explica Leonel Bertolin.
 
Outro ponto destacado pelo candidato a prefeito do PTB é o compromisso de  qualificar a mão-de-obra da maioria dos setores. Segundo ele, mostrando toda essa logística, todo esse mercado que nós temos aqui, investimentos no agronegócio e na agricultura, matéria prima gerada, industrializa aqui, serão atrativos para a vinda de novas empresas e investidores para Porto Velho.
 
 
Gestor público experiente, Bertolin afirma que o partido definiu um plano de governo para Porto Velho que foi estudado, não só definindo um projeto com sustentabilidade e inteligência, mas adequado à sua realidade.
 
Ele cita como exemplo o setor de laticínio, de frigorífico, parte da agricultura e piscicultura, como áreas carentes de agregar valor à produção local. Somente a industrialização desses produtos, aqui, em Porto Velho, poderá fazer com que isso aconteça, de forma natural. “Vamos trabalhar para que a produção possa ser industrializada em nossa capital. Ao mesmo tempo, buscar outros investidores para setores também carentes da nossa economia”, afirma.
 
ECOTURISMO
 
Outra área apontada como importante para a economia que terá atenção especial é o ecoturismo. “Não temos dúvidas que é simplesmente uma questão de organização. Temos uma riqueza natural, e todas as gestões nunca valorizou. Só fazem um panfleto bonito e nada sai do papel”, critica.
 
Bertolin cita como opções de explorar o turismo ecológico o Lago do Cuniã, o Lago Cujubim, o Lago Maravilhas, o Rio Madeira, o Rio Verde, como fontes para a pesca esportiva, atividade que cresce no Brasil e parte do mundo.
 
“Temos a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, que tem que ser finalizada para que se transforme em turismo, a antiga Cachoeira do Teotônio, Fortaleza do Abunã, a fauna a flora, as riquezas naturais da capital para que possamos dotar de infraestrutura, fazendo parcerias públicas privadas. O turismo será uma realidade na nossa capital, envolvendo hotelaria, gastronomia, artesanato, os transportes, por seja aplicativo, seja por táxis, e todo esse investimento para tornar viável este segmento de grande potencial da economia do município”, diz Leonel Bertolin.
 
O QUARTO EIXO
 
O quarto eixo é o mais importante que considero nessa campanha: é a universalização do saneamento básico.  Isso é Lei, o governo federal homologou e o próximo prefeito terá a obrigação de implantar esse projeto sob pena de em 2022 não receber mais nenhum centavo do governo federal seja na educação, seja na saúde. Ele vai impossibilitar o município dele se ele não implantar esse projeto, afirma Bertolin.
 
De acordo com Leonel Bertolin, quando se fala na universalização do saneamento básico, o projeto não trata apenas da coleta do esgoto não. Ele traz soluções para a coleta do esgoto, água tratada, coleta e destino do lixo, recepção desse lixo através das usinas de tratamento, fala do calçamento, de ciclovia, da sinalização, do asfalto, do paisagismo e sobre tudo implantar, em Porto Velho, um plano de mobilidade urbana moderno que pensa a capital, de forma geral, para os próximos 30 anos, avalia.
Direito ao esquecimento

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