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MERCADO: RO é o estado da Região Norte com menor consumo de alimentos ultraprocessados

O consumo entre os jovens também é maior

ASSESSORIA

18 de Novembro de 2020 às 11:22

Atualizada em : 18 de Novembro de 2020 às 11:25

Foto: Divulgação

 

Em relação ao consumo de alimentos ultraprocessados em 2019, a PNS mostrou que Rondônia é o estado da Região Norte com menor ingestão deste tipo de produto, com uma proporção de 8,8% da população com mais de 18 anos. O segundo estado nortista com menor consumo é o Pará, com 9,9%, e o com maior consumo é o Amapá, com 18,4%. 

 
A Pesquisa apontou ainda que o consumo diminui conforme aumenta a idade, sendo que o grupo com idades entre 18 e 24 anos apresenta uma proporção de 19,8%, enquanto que no grupo formado por pessoas com mais de 60 anos, apenas 1,6% declararam ingerir alimentos ultraprocessados.
 
 
O levantamento revela também que, entre as Unidades da Federação (UF) da Região Norte, Rondônia tem a maior proporção de pessoas com mais de 18 anos que consomem feijão regularmente: 81,7%. 
 
O segundo estado é Tocantins, com 72,3%. Pode-se ainda verificar que 87,2% dos homens rondonienses consomem feijão regularmente, enquanto que a proporção feminina é de 76,4%.
 
Em relação às capitais, Palmas apresenta um consumo maior de feijão que Porto Velho: 71,1% dos palmenses têm este hábito alimentar e entre os porto-velhenses o índice foi de 67%.
 
Sobre o consumo recomendado de hortaliças e frutas, 9,5% dos rondonienses declararam que consumiram pelo menos 25 porções destes produtos durante a semana de referência da coleta de informação. 
 
A menor proporção entre os brasileiros estava entre as pessoas desocupadas (9,7%), enquanto que no estado, o menor índice foi entre os ocupados (8,3%). O grupo de pessoas fora da força de trabalho apresentou o maior consumo de hortaliças e frutas tanto em nível Brasil (14,2%) quanto em Rondônia (11,9%).
 
Em relação ao consumo de peixe, em Rondônia, houve uma queda no número de pessoas que consumiam este tipo de proteína entre os anos de 2013 e 2019. Em 2013, 726 mil pessoas com mais de 18 anos declararam o consumo de peixe pelo menos uma vez por semana, o que representava 61% da população-alvo. Já em 2019, 629 mil rondonienses (50,1%) com mais de 18 anos consumiram este produto.
 
A PNS mostrou ainda que os homens consomem mais refrigerante que as mulheres. Em 2019, em Rondônia, 9,6% da população masculina rondoniense declararam que bebem refrigerante regularmente, enquanto que entre as mulheres, este índice é de 4,4%. 
 
O consumo entre os jovens também é maior. No grupo de pessoas com 18 a 24 anos, 15,7% ingeriam refrigerante com frequência. Já a proporção entre as pessoas com mais de 60 anos é de 4,2%.
 
Observou-se ainda que o consumo de doces diminuiu entre 2013 e 2019. Em 2013, 16,6% da população adulta de Rondônia ingeriam doces regularmente, caindo para 9,6% em 2019. O grupo de idade que apresentou o maior consumo deste tipo de produto era o formado por pessoas com idades entre 18 e 24 anos, em que 12,4% da população nesta faixa etária ingeriam doces regularmente.
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