MINISTÉRIO DO TRABALHO: Dep. Cirone Deiró condena fiscalização contra os agricultores

O deputado alertou que os agricultores são pessoas simples, trabalhadoras e cumpridoras das suas obrigações e não estão acostumadas a receber um fiscal do Ministério do Trabalho em sua propriedade

MINISTÉRIO DO TRABALHO: Dep. Cirone Deiró condena fiscalização contra os agricultores

Foto: Divulgação

O Deputado Cirone Deiró condenou veementemente a ação dos fiscais do Ministério do Trabalho contra os agricultores e cafeicultores rondonienses. Cirone classificou de inadequada e inoportuna a fiscalização contra os cafeicultores no auge da colheita do café.
 
 
Durante sessão, desta terça-feira, 26, Cirone relatou que recebeu inúmeras denúncias dos agricultores de vários municípios, dando conta de que os fiscais do Ministério do Trabalho estão exigindo dos agricultores registro em carteira assinada para quem está trabalhando na colheita do café e cumprimento de outras exigências trabalhistas.
 
 
Na avaliação do deputado Cirone, as exigências dos fiscais do Ministério do Trabalho estão fora do alcance dos agricultores. Cirone classificou a presença dos representantes do Ministério do Trabalho nas propriedades rurais como sendo um contra-senso que está levando muita insegurança para os agricultores e suas famílias.
 
 
O deputado lembrou que os agricultores são pessoas simples, trabalhadoras e cumpridoras das suas obrigações e não estão acostumadas a receber um fiscal do Ministério do Trabalho em sua propriedade. “A colheita do café tem data para o início e término devido a sua característica altamente perecível. Por isso, os vizinhos e familiares se organizam para a tradicional trocar serviço. Ou seja, as famílias se reúnem para ajudar uma as outras na colheita do café,” justificou.
 
 
Para o deputado Cirone o setor produtivo agrícola é um dos pilares da economia dos municípios e tem papel estratégico na geração de emprego e renda, especialmente nos últimos dois anos, em razão da pandemia da Covid.
 
 
“É inacreditável que esses fiscais ficaram dois anos em quarentena, enquanto os agricultores continuaram plantando regularmente e agora, na hora da colheita são surpreendidos por exigências trabalhistas absurdas para a realidade da agricultura rondoniense. Essa é uma ação do governo federal que está trazendo muita insegurança para os agricultores,” denunciou.
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