BOLETIM CORONAVÍRUS - CLIQUE AQUI E FIQUE ATUALIZADO

JUSTIÇA ELEITORAL: Coligação pede suspensão da posse de prefeito eleito de Humaitá

Ele é acusado de abuso do poder político, econômico e captação ilícita de sufrágio durante a campanha eleitoral na cidade do Amazonas

Rondoniaovivo - João Paulo Prudêncio

19 de Dezembro de 2020 às 11:26

Atualizada em : 21 de Dezembro de 2020 às 09:40

Foto: Divulgação

O candidato José Cidenei Lobo do Nascimento, conhecido como Dedei Lobo, eleito prefeito da cidade de Humaitá-AM, pela coligação Humaitá Rumo Ao Progresso, formada pelos partidos REPUBLICANOS, PSB e PSC, pois sofreu uma investida jurídica e pode não assumir a partir de 01ª de janeiro de 2021, se a Justiça Eleitoral acatar o pedido proposto pelo candidato Herivaneo Seixas (PP), que ficou em segundo lugar com 38,35% (9.210 votos) nas eleições da cidade do Sul do Amazonas.
 
Na ação proposta pela coligação de Herivaneo Seixas, há acusação de cometimento de abuso do poder político, econômico e captação ilícita de sufrágio durante a campanha eleitoral na cidade do Amazonas, essa modalidade de ilícito é conhecida como compra de votos e além de cassação do diploma ou mandato, pode também iniciar uma investigação criminal por corrupção eleitoral e levar os culpados a responder pelo crime do art. 299 do Código Eleitoral.
 
Na ação de investigação judicial eleitoral proposta, há pedido de cassação do diploma do prefeito eleito Dedei Lobo, de seu vice Luiz Alexandre Rogerio Oliveira e ainda do vereador Evanei de Sá Mendonça.
 
Como houve pedido de liminar, o Juiz Eleitoral da 17ª Zona Eleitoral de Humaitá está analisando o caso e pode, se entender como contundentes as provas trazidas na ação eleitoral ajuizada dois dias antes da diplomação, deferir liminar para afastar os efeitos dos diplomas expedidos e entregues em 18.12.2020, bem como a própria posse dos candidatos eleitos.
 
Se deferida a medida liminar, Humaitá será administrada pelo próximo presidente da Câmara de Vereadores do Município, até deliberação posterior do Juiz Eleitoral ou do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas.
Direito ao esquecimento

MAIS NOTÍCIAS