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CONTINUA NA CADEIA: Ministro Edson Fachin nega pedido de prisão domiciliar de prefeita Gislaine Lebrinha

Ela está na capital do Estado, onde permanecerá presa

Rondoniaovivo - João Paulo Prudêncio

20 de Outubro de 2020 às 14:35

Atualizada em : 21 de Outubro de 2020 às 09:59

Foto: Divulgação

Presa desde o último dia 25 de setembro, a prefeita de São Francisco do Guaporé, Gislaine Lebrinha, teve seu pedido de prisão domiciliar negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal – STF, Edson Fachin. 
 
Lebrinha foi alvo da operação Reciclagem, deflagrada pela Polícia Federal que conseguiu registrar em vídeo o momento em que a prefeita recebia maços de dinheiro oriundo de propina referente a um esquema que desviava recursos do serviço de coleta de lixo da cidade. 
 
No forro da cozinha da residência da prefeita a Polícia Federal encontrou o dinheiro que havia sido marcado pela PF antes de ser entregue a prefeito durante as investigações. 
 
A decisão
 
Em seu pedido de prisão domiciliar ao STF, Lebrinha alegou que é mãe de uma criança de cinco anos de idade que precisa de cuidados especiais, mesmo argumento alegado e negado anteriormente ao Superior Tribunal de Justiça – STJ.
 
“Destarte, como não se trata de decisão manifestamente contrária à jurisprudência do STF ou de flagrante hipótese de constrangimento ilegal, com fulcro na Súmula 691/STF e no art. 21, § 1º, do RISTF, nego seguimento ao habeas corpus”, decidiu Edson Fachin. 
 
Pai deputado 
 
Nesta quarta-feira (21) às 09h acontecerá uma manifestação em frente à Assembleia Legislativa de Rondônia exigindo a cassação do deputado estadual José Lebrão, pai da prefeita Lebrinha, que também foi filmado recebendo a propina, porém não foi preso por ter Foro Privilegiado. 
 
Inicialmente a prefeita foi levada para a Superintendência da PF em Ji-Paraná e agora está na capital do Estado, onde permanecerá presa. 
 
Direito ao esquecimento

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