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RIO GUAPORÉ: Confúcio e Mosquini discutem acordo sobre operação de balsas

Para o senador Confúcio Moura, a abertura de um porto aduaneiro em Costa Marques com a Bolívia será extremante importante para o transporte de bens

ASSESSORIA

02 de Outubro de 2020 às 11:15

Atualizada em : 02 de Outubro de 2020 às 13:49

Foto: Divulgação

O senador Confúcio Moura e o deputado federal Lúcio Mosquini, ambos do MDB, participaram na quinta-feira (01/10), de uma audiência no Itamaraty, com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o embaixador da Bolívia, Wilfredo Rojo, para tratar da elaboração de um acordo internacional que possibilita a operação de balsas no rio Guaporé entre os municípios de Costa Marques, em Rondônia, e Puerto Ustarez, San Joaquín, no departamento de Beni, na Bolívia.
 
Para o senador Confúcio Moura, a abertura de um porto aduaneiro em Costa Marques com a Bolívia será extremante importante para o transporte de bens e serviços, particularmente, calcário, máquinas, insumos, sementes e outros itens que Rondônia possui, e,  do outro lado, segundo ele,  entraria o sal mineral, ureia e outros produtos importantes da Bolívia para agricultura rondoniense e brasileira.
 
De acordo com o deputado Lúcio Mosquini, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) já tem a concessão de uma balsa, entretanto para fazer essas “motivações” com a Receita Federal é necessário um tratado internacional. “Nós estamos dando esse passo no sentido de construir esse tratado”, explicou o parlamentar.
 
Mosquini, articulador da reunião para o acordo do Brasil com o estado plurinacional da Bolívia sobre aspectos técnico-operacionais e aduaneiros com vistas à criação de portos fronteiriços no rio Guaporé, disse que o ministro Ernesto Araújo ficou muito animado com a ideia. “Eu acredito que nós estamos caminhando a passos largos para a realização desse tratado”, enfatizou.
 
Ponte Binacional
 
Também falaram na reunião, segundo Confúcio Moura, sobre a ponte Binacional entre Guajará-Mirim (RO) e Guayaramérin, Bolívia. “O projeto está pronto e custará em torno de R$ 150 milhões. Nós sabemos a situação do Brasil nesse momento para este investimento. Há um compromisso de governo, de três governos passados. Não sei se tão logo a gente saia dessa pandemia e essa crise se dissipe e acabe, que a gente possa construir essa obra, que está já na agenda do Ministério da Infraestrutura e do DNIT.
 
Participou também da audiência, o representante da Superintendência de Integração do Estado de Rondônia em Brasília (Sibra), Augusto Leonel.
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