POLÍTICA & MURUPI: - Por Léo Ladeia

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Foto: Divulgação

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FRASE DO DIA "Em agosto, o banco que mais cresceu no País não foi Itaú, nem Bradesco, Unibanco, tampouco o Banco do Brasil: foi o banco dos réus."– Jornalista Cláudio Humberto Pauta política de 01 a 10 01-O escore do mensalão: Dos 40 denunciados por envolvimento no mensalão, 40 indiciados. E quem achava que o STF poderia ter uma posição diferente, deu com os burros n’água. Mas é bom voltar no tempo. A desacreditada CPI do mensalão foi a responsável por abrir a caixa de pandora e entregar ao Procurador Geral farto material que possibilitou a denúncia. O Dr. Antonio Fernando de Souza juntou apenas o necessário para formulação da denúncia. Ao ministro Joaquim Barbosa coube fatiar a denúncia, o que facilitou o julgamento. Não importam os resultados. O STF mostrou que é técnico, político e independente e logo, alheio às pressões. Foi um grande dia para o STF. 02-Barraco legislativo: O deputado Alexandre Brito pegou pesado com o seu colega Amauri dos Santos. O barraco mais uma vez ficou por conta da tal CPI do Sintero, que deveria ser a ferramenta para mandar o Sintero e seus diretores pros quintos do inferno e que vai se transformando numa sucessão de fiascos e brigas internas. Alexandre Brito teria até mandado Amauri procurar a Escola do Legislativo para aprender a falar ao microfone. Ora, se o Amauri passou a perna nos escolados sem saber falar ao microfone, o que faria então se soubesse? O melhor é não ensinar. Vai que ele aprende. O melhor é deixar como está. Amauri pode não saber falar, mas se vira muito bem. 03-Miguel de Souza no Dnit: O ex-deputado federal Miguel de Souza teve o seu nome aprovado pela Comissão de Serviços e Infra-Estrutura do Senado para ocupar o cargo de diretor de Planejamento do Departamento Nacional de Infra-Estrutura Terrestre - DNIT. A decisão teve maioria absoluta, recebendo 20 votos favoráveis e apenas um contra. O nome de Miguel de Souza segue para a apreciação do Senado em sessão plenária para ser referendado e não deverá ter qualquer óbice para a aprovação, face ao trabalho que desenvolveu culminando com a ligação do Brasil ao Pacífico. Um grande nome para uma Rondônia, em alta na política nacional. 04-Razões que a própria razão desconhece: O que estará por trás da CPI do Sintero que levou um grupo de deputados a descumprir uma decisão judicial e continuar tentando fazê-la funcionar? Quais as razões para tantas brigas para instalar a tal CPI, quando até deputados governistas já se posicionaram contra, tendo inclusive o vice-presidente da ALE declarado que a CPI não tem mais credibilidade para representar a “nova Assembléia”, uma vez que já foi desmoralizada pelo próprio Sintero e pela imprensa? Não seria o caso de se instalar uma CPI para investigar o porquê da CPI do Sintero? Calma gente... É só uma sugestão. É que perguntar não ofende e sugestão não é ordem. 05-Paciência: a grande lição do STF. Demorou, mas a casa caiu. O script foi simples: Pau na CPI, excesso de holofotes, relatório paralelo, choro, ranger de dentes e remessa do relatório oficial ao MP. Análise do relatório e eis a denúncia. Mais choro e ranger de dentes. Ontem a denúncia foi aceita pelo STF. De novo choro e ranger de dentes. Emquanto isso, lá no Senado, o caso Renan parece trilhar o mesmo caminho, mas é só aguardar. Mesmo que ocorra a lambança esperada, uma hora a justiça entra em cena e aí...bingo! Choro e ranger de dentes. Confio na justiça, mesmo achando que é lenta, ou que seu tempo é diferente do meu. Paciência.Que aliás nunca foi o meu forte. 06-A justiça em cheque pela justiça: Enquanto se teciam loas dentro e fora da corte e nós, incrédulos, revíamos os números finais do julgamento no STF, com todos os mensaleiros indiciados, o ministro Joaquim Barbosa, foi a voz discordante. Numa frase, o ministro fez uma sucinta, mas profunda análise do nosso sistema jurídico: "Que uma corte suprema com as responsabilidades que tem, com a pauta de assuntos tão graves que tem, passe cinco dias em sessões de seis, sete horas para cuidar apenas de um recebimento de uma denúncia é prova, para mim, de que esse sistema jurídico não tem nenhum compromisso com a sua eficácia". Falou pouco, mas disse tudo. 07-Descentralizando o mensalão: Começa a segunda fase do mensalão e o STF começa a ação penal. Ao fim da sessão ontem, ministros decidiram determinar à Justiça Federal nos estados que ouça o depoimento tanto dos acusados como das testemunhas. Com isso, os juízes da primeira instância trabalharão numa espécie de força-tarefa para agilizar a conclusão do processo. Por sugestão do ministro Cezar Peluso, nenhum recurso apresentado pelos réus irá impedir a realização dos depoimentos. Os demais ministros do STF concordaram com a proposta. Ou seja: a coisa é pra valer mesmo. 08-O sonho da casa própria mais perto: A Caixa Econômica Federal ampliou o prazo máximo dos financiamentos para a compra da casa própria para até 360 meses. O prazo atual era de 240 meses. A decisão de ampliar o prazo de pagamento de 20 para 30 anos deverá alterar de forma substancial o valor mensal das parcelas, de maneira que mais pessoas de baixa renda possam ter acesso ao crédito. A medida tem impacto direto na classe média. Mas ainda tem mais: foi criada uma faixa de financiamento, entre R$ 130 mil e R$ 200 mil, para casas mais populares, com taxas de juros especiais. 09-DNA do mensalão: O ministro Carlos Ayres Brito afirmou que o empresário Marcos Valério começou a “montar um esquema doloso” em 1998. O comentário, feito quando votava pelo arquivamento do pedido de ação contra Valério por falsidade ideológica, é referência à descoberta feita pela CPI dos Correios de que Valério emprestara dinheiro para a campanha do senador Eduardo Azeredo do PSDB ao governo de Minas. O empréstimo, de R$ 9 milhões, teria sido o caixa 2 da campanha do PSDB e fruto de uma operação no Banco Rural. Ou seja: O PSDB não tem como falar nada. 10-Jogo sujo e rasteiro ou pra não esquecer do Renan: Renan Calheiros bem que tentou, mas não conseguiu fazer com que o Secretário Adjunto da Mesa do Senado, Marcos Santi, desistisse do seu pedido de demissão do cargo. A saída de Marcos Santi deixa às claras as manobras usadas de forma sistemática pelo presidente Renan para favorecer o julgamento do senador Renan. "É uma interpretação encomendada. Estão querendo mudar a regra porque agora convém", afirmou Marcos Santi. Para a oposição, o voto secreto beneficia Renan, já que amplia a possibilidade de "traições" em todas as bancadas.
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