Além disso, o poço artesiano que fornece água para os 300 presos e servidores do local fica há cem metros desse esgoto
Foto: Divulgação
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Uma imensa fossa de fezes e a céu aberto está dominado uma área ao redor do Presídio Milton Soares de Carvalho, conhecido como 470, em Porto Velho. No local, o mau cheiro e os mosquitos tomam conta do local.
Quem trabalha no presídio está pedindo a Defesa Civil, ao Governo do Estado ou aos órgãos que atuam com direitos humanos que façam algo para mudar essa situação. Segundo essas pessoas, o tamanho da fossa já é maior que alguns campos de futebol juntos.
“Tememos pela saúde dos 300 presos que estão reclusos e dos familiares deles que os visitam. Além, dos agentes penitenciários e PMs que trabalham no local. O mal cheiro toma conta da área 24 horas e animais peçonhentos, como aranhas e cobras, são normais aparecerem”, disse um dos trabalhadores que denunciou a situação ao Rondoniaovivo.
Veja o vídeo.
Como se não bastasse a fosse, outro fator que está colocando em risco a saúde de quem trabalha ou está cumprindo pena no 470, é em relação ao poço artesiano que fornece água para todo o presídio. “Fica a menos de 100 metros dessa fossa. Isso pode dar um surto de diarreia nesse presídio”, alertou.
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