Polícias Civil do Maranhão e Rondônia e a “Operação Rio Anil” em Porto Velho

Os acusados agiam da seguinte forma: recebiam em contas bancárias pessoais importâncias referentes a cheques com valores adulterados. Essa prática de adulteração dos valores dos cheques é conhecida no Maranhão como “ESTICADINHO”.

Polícias Civil do Maranhão e Rondônia e a “Operação Rio Anil” em Porto Velho

Foto: Divulgação

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A Delegacia de Defraudações da capital do Estado do Maranhão solicitou apoio à Polícia Civil de Rondônia por meio da Delegacia de Patrimônio, para cumprir 6 (seis) mandados de busca e 6 (seis) mandados de prisão em Porto Velho.

Participaram da “Operação Rio Anil” a Delegacia de Patrimônio, Delegacia do Consumidor, Delegacia Tributária e Denarc, perfazendo um total de  18 (dezoito) policiais civis e 3 (três) Delegados de Polícia.

Na manhã desta quarta-feira, 21 de agosto, os policiais cumpriram todos os mandados e os seis suspeitos foram presos. São eles: Jorge T. A. J., Luis Guilherme S. C., Maria Z. M. S., Darquilene L. O., Uilis S. M. e Adriano S. P.

Os mandados foram cumpridos nos bairros Ronaldo Aragão, Lagoa, Caladinho, Cohab Floresta e Pedrinhas.

Os acusados agiam da seguinte forma: recebiam em contas bancárias pessoais importâncias referentes a cheques com valores adulterados. Essa prática de adulteração dos valores dos cheques é conhecida no Maranhão como “ESTICADINHO”.

A “ESTICADINHA” se dava da seguinte forma, geralmente empresas pagavam pequenas quantias em cheques para fornecedores ou funcionários e quando estes estavam na fila do Banco alguém chegava para negociar o cheque, pagando a quantia descrita no mesmo e liberando, assim, a pessoa da espera.

Em poder do referido cheque o criminoso o clonava com valores bem maiores. As vítimas, ao perceber o desconto em suas contas, de valor muito superior ao expedido, reclamavam nas agências bancárias, registrando em seguida o boletim de ocorrência. O que deu início às investigações.

Para chegar aos suspeitos de Porto Velho foram feitas várias interceptações telefônicas e acredita-se que já foram transferidos para pessoas residentes nesta capital cerca de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais).

Há indícios de que a suposta quadrilha atue em outros estados Brasileiros.

Durante os trabalhos, vários cartões de crédito foram apreendidos em poder dos suspeitos, e a polícia investiga a hipótese de serem objeto ou produto de crime.

Os delegados que participaram da operação foram Paulo Aguiar (do Maranhão), Nestor Romanzini (Del. de Patrimônio) e Glauco de Paula Souza (Del. de Patrimônio), sob Coordenação da Dra Rúbia Saldanha de Freitas.

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