O presidente do Sindeprof, Felisberto Leal, reuniu-se com técnicos dos Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Administração (Semad) para cobrar um posicionamento sobre os pagamentos do auxilio-fardamento e dos reajustes salariais de agentes comunitários de saúde, e agentes de combate a endemias.
Segundo ele, a parcela única do auxílio-fardamento deveria ser pago, até o dia 30 deste mês, mas não entrou no contracheque dos servidores do mês de junho. A justificativa apresentada pela Semad é que as secretarias competentes não apresentaram o projeto de padronização do uniforme que será regulamentado por Decreto.
O pagamento do auxílio-fardamento foi aprovado no ano passado, pela Câmara Municipal de Porto Velho, e deveria ter sido regulamentado, há mais de um mês. O auxílio vai beneficiar servidoes da Semusb, Semasf, Semob, Semagric, Sema, Defesa Civil, e Semusa - Agentes comunitários de saúde, agentes de combate a endemias -.
Em relação aos reajustes salariais, o Sindeprof questionou sobre o pagamento dos índices de 3.51% (de 2017) e dos 5%, concedidos em 2019. As negociações do pagamento dos dois índices começaram em outubro e estava previsto para ser pago na folha deste mês, o índice de 3.51%.
A Semad informou ao sindicato que o pagamento foi retirado de folha pela Secretaria Geral de Governo para análise e autorização de pagamento. Quanto ao índice dos 5%, uma reunião está agendada entre o sindicato e a Semad, no dia 4 de julho, onde serão apresentados os cálculos e também dos 3.51%.
"Todos fomos surpreendidos com a retirada da folha desses pagamentos. Continuaremos cobrando o Município porque entendemos que já havíamos negociado essas pautas e não entendemos os motivos que levaram a Prefeitura a voltar atrás depois do acordo ter sido firmado com a categoria", avaliou Felisberto. 3
A reunião contou também com a presença da vereadora Ellis Regina que é da Comissão de Administração Pública da Câmara Municipal.