NEGATIVOS: Governo descarta casos de varíola dos macacos em Rondônia

Duas amostras enviadas para análise foram coletadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia – Lacen/RO

NEGATIVOS: Governo descarta casos de varíola dos macacos em Rondônia

Foto: Divulgação

No último domingo (12), os dois casos suspeitos de Monkeypox vírus, a varíola dos macacos, no município de Rio Crespo, foram descartados após liberação do resultado não reagente do Laboratório de Saúde Pública da Fundação Ezequiel Dias – Funed, com sede em Minas Gerais, referência para as regiões Norte e Nordeste dos casos suspeitos do vírus.
 
A informação acerca da classificação dos casos como descartados foi encaminhada pelo grupo de trabalho, formado por equipe multidisciplinar da Agência Estadual de Vigilância em Saúde no Estado de Rondônia  – Agevisa.
 
As duas amostras foram enviadas para análise ao Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia – Lacen. Uma das amostras foi enviada para a Funed para detecção do vírus e a outra ficou no Lacen para diagnóstico diferenciado que possibilita a detecção de outras doenças. “Na sexta-feira (10) a amostra chegou ao Funed e neste domingo (12), fomos informados oficialmente que os casos investigados não são da doença Monkeypox, sendo descartados pela referência nacional”, informou o diretor-geral da Agevisa, Gilvader Gregório de Lima.
 
Ainda na tarde de domingo, a Sala de Situação da Monkeypox no Ministério da Saúde, por meio do Informe N° 21 retirou da lista de casos suspeitos, os notificados em Rondônia, que segundo a definição foram descartados por diagnóstico laboratorial.
 
VIGILÂNCIA
 
A Gerência Técnica de Vigilância Epidemiológica e o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde – CIEVS/Agevisa estavam monitorando diariamente os casos.
 
Um alerta epidemiológico foi emitido para todo o Estado, ficando todas as vigilâncias epidemiológicas (Estado, regional e municípios) em atenção para a detecção, notificação e investigação imediata de quaisquer casos suspeitos.
 
Segundo fluxo estadual os casos devem ser comunicados ao CIEVS, pelos números 0800-642-5398/69 8459-1610 e/ou pelo endereço de e-mail: cievsro@gmail.com
 
MONKEYPOX
 
Para evitar que haja um estigma e ações contra os Primatas Não Humanos – PNH do gênero macaco, optou-se por não denominar a doença no Brasil como varíola dos macacos, pois embora tenha se originado em animais desse gênero, o surto atual não tem relação com ele.
 
Apesar do estrangeirismo, uma tentativa de solucionar a situação foi a de usar a denominação indicada pela Organização Mundial de Saúde – OMS, de “Monkeypox”; com o intuito de se evitar desvio dos focos de vigilância e ações contra os animais.
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