Palco de diversas tragédias que acontecem na capital, os bares, distribuidoras e lojas de conveniências continuam atuando sem fiscalização por parte do poder público. Além disso, contribuem para aglomeração e, consequente, propagação do coronavírus, tendo em vista que muito não seguem os protocolos impostos pelas autoridades de saúde e só tem como objetivo o lucro.
Com mais de 18 mil pessoas alcançadas, 71% concordam que os bares fechem em horários estipulados pelo poder público. Outros 29% foram contra a pergunta e dizem que não deve haver horários para o funcionamento desses estabelecimentos.
Na última segunda-feira (5) um homem quase foi espancado até a morte em frente à um bar na região central da cidade, e na manhã de sexta-feira (9), outro foi assassinado a sangue frio em frente a uma conveniência na zona Sul de Porto Velho.
O cenário desses locais, que já foram palcos de várias tragédias na cidade, mostra que a administração municipal precisa tomar medidas urgentes no sentido de restringir o horário de funcionamento nesses estabelecimentos. Caso contrário, continuaremos a ver violência, consumo de bebidas alcoólicas em excesso e aumento na insegurança das famílias.