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FORMADO NA UNIRON: Juiz Arbitral destaca realização profissional por meio da formação superior

Bacharel em Direito formou-se há 4 anos na Instituição de Ensino e realizou sonho de trabalhar em área civilista.

ASSESSORIA

05 de Março de 2020 às 15:47

Foto: Divulgação

Independente da idade, a opção pela formação superior é o caminho certo para se adquirir sucesso profissional. Nesse sentido, que, para Francisco Leandro Gomes, de 79 anos, o período que mais se dedicou aos estudos em sua vida foi na Faculdade Uniron, onde trouxe a oportunidade de realizar o sonho de trabalhar na área de Direito, que tanto desejava. “O homem é igual a uma máquina, se ele parar de estudar, emperra. Então, precisamos desenvolver”, diz.

 

Francisco Leandro Gomes, natural de Alenquer (PA), fez o curso de Bacharel em Direito entre os anos de 2011 e 2016. Na época, ele conta que a decisão de escolher a faculdade veio do estilo e da personalidade que uma professora via nele, quando estudava um curso diferente em outra Instituição. Após ter ingressado na Uniron, acredita, que o corpo docente proporcionou boas condições humanas e de ensino, garantindo sua autoestima em alcançar carreira na área constitucional ou civil que tanto almejava.

 

“É questão de realização de um sonho, não existe uma pessoa de sã consciência que não tenha a vontade de ingressar um dia em uma faculdade, seja ela qual for. Às vezes, precisa de um incentivo ou um estímulo, como adquiri na instituição. Existe um ditado que diz: ‘Nunca é tarde para estudar’ e, eu digo: ‘Nunca é tarde para estudar, mas não deixe ficar muito tarde, venha logo’”, comenta o juiz arbitral.

 

Além de possuir formação superior, ele também é reformado com os proventos de  Segundo Tenente pela Força Área Brasileira. De acordo com doutor Francisco, quando estava no 8º período de Direito, participou de um processo seletivo que lhe oferecia cargo no Tribunal de Justiça Arbitral do Mercosul, atuante da 3ª Câmara de Mediação e Arbitragem da 5ª Região. Após participar da seleção, foi chamado, e logo que concluiu o curso, assumiu o posto de juiz arbitral, onde ocupa há 3 anos em Porto Velho.

 

O órgão, instituído no Brasil pela Lei 9307/96 e, que disponibiliza a adoção do Juízo Arbitral no estado de Rondônia com a Lei 4007/17, é responsável por atuar nas soluções dos chamados litígios, que são conflitos de pessoas físicas ou jurídicas que buscam de forma rápida e definitiva resolver divergências relacionadas com parte da área civilista do Direito. “Para você ser juiz arbitral é preciso ter a formação, e para isso, tem que estudar. O processo nos permiti ter a responsabilidade por buscarmos a cada dia nossa escolha da atuação”, explica Francisco.

 

Ainda, para Francisco Leandro, que tem a satisfação de ter passado pela Faculdade Uniron sem ter receio em seguir na formação universitária, de forma descontraída, diz que a realização profissional por meio do Direito lhe ajudou também a se livrar de outros entraves que a idade poderia causar. “Quando nosso cérebro não está trabalhando com a leitura e abertura às ideias, a tendência dele é ficar pequeno. Assim, eu questiono: A mente desocupada é oficina de quem? Do alemão, chamado Alzheimer”, brinca Francisco ao falar da importância dos estudos.

Direito ao esquecimento

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