ESPAÇO ABERTO: Caminho livre para contaminação no aeroporto de Porto Velho

Confira a coluna de Cícero Moura

ESPAÇO ABERTO: Caminho livre para contaminação no aeroporto de Porto Velho

Foto: Divulgação

REGISTRO
 
Leitor da coluna foi no aeroporto buscar um parente que chegava da Espanha. O cidadão ficou apavorado com o fato de não haver nenhum tipo de fiscalização sanitária. O morador de Porto Velho gravou um vídeo mostrando que um cartaz é a única informação disponível sobre coronavírus.
 
 
RIGOR
 
O visitante europeu disse para seu familiar que em Madri, de onde estava vindo, só entra no país quem tiver Visto. Além disso, a pessoa também tem que
apresentar um PCR ( exame de infecção viral ) feito com menos de 72 horas.
 
CONSTATAÇÃO
 
Indignado, o leitor diz no vídeo que para ele o aeroporto se encontra em um Salve-se quem puder. Nem de longe a situação deixa a impressão de que estamos vivendo um momento de colapso na saúde e que quanto mais fiscalização, mais importante é para se evitar a propagação do vírus.
 
GOVERNO
 
A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia ( AGEVISA ), informou que as barreiras Sanitárias deixaram de ser realizadas no mês de setembro de 2020. 
 
PARCERIA
 
O trabalho teria acontecido porque havia parcerias com Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entre outros órgãos. Os profissionais envolvidos se dividiam em turnos e aguardavam desembarque de passageiros em todos os voos que chegavam ao Estado, independente do horário.
 
OBJETIVO
 
As barreiras tinham caráter de orientação e rastreabilidade com o objetivo de monitorar os passageiros dos voos, caso alguém tivesse sintomas ou fosse confirmado positivo para Covid-19. 
 
ALERTA
 
Quando isso acontecia, entrava em cena a Vigilância Epidemiológica municipal avisando os demais passageiros e deixando-os em alerta.
 
SUSPEITA
 
Quando algum passageiro desembarcava informando sintoma gripal, automaticamente passava a ser acompanhado pelas equipes de vigilância epidemiológica e os demais passageiros, monitorados por meio do disk coronavírus, para saber se apresentaram algum sintoma da covid-19.
 
ORIENTAÇÃO
 
Além disso, as barreiras tinham função de orientar a necessidade de isolamento domiciliar após o desembarque e esclarecer os principais sintomas da doença.
 
CONCLUSÃO
 
No entanto, em setembro, um grupo de sábios do governo entendeu que a divulgação nacional em massa sobre a covid-19 dispensava à realização de barreiras.
 
FATO
 
O resultado de tamanha cognição estamos vendo diariamente em Porto velho e Brasil afora. Faltam leitos, oxigênio, insumos e até covas para receber as vítimas desse vírus maldito.
 
FISCALIZAÇÃO
 
Para deixar um pouquinho pior o que já chegou ao limite, a AGEVISA informou que não há recursos humanos para a manutenção das Barreiras Sanitárias no aeroporto.
 
O QUE FAZER?
 
Como disse o leitor que mandou o vídeo: salve-se quem puder!!
 
MAIS OUTRO
 
Além da situação do aeroporto, recebi denúncia de que na região portuária onde chegam os barcos procedentes de Manaus a farra também corre solta.
 
SEM PROTEÇÃO
 
As embarcações estariam chegando entupidas de gente e com apenas uma meia dúzia de pessoas usando máscaras. Realmente, não há muito o que falar.
 
INFRAERO
 
Falando em aeroporto, na segunda-feira ( 8 ) eu divulguei que a Infraero havia adotado  a mesma medida do Bradesco para economizar energia. 
 
INFRAERO 2
 
Em vez de mandar arrumar as centrais de ar que estariam dando problema, a administração do aeroporto teria optado por circuladores de ar.
 
INFRAERO 3
 
Segundo médicos, os equipamentos são um perigo para a saúde das pessoas pois podem espalhar o coronavírus em ambientes fechados. 
 
INFRAERO 4
 
Um trabalhador do aeroporto me informou ontem que a denúncia feita na coluna chegou até o Ministério Público do Trabalho. Bastou uma única ligação de um procurador para a Infraero e os tais circuladores de ar “desapareceram” do local.
 
INFRAERO 5
 
Vale dizer que além de sumir com os equipamentos, a Infraero também deu um jeito de arrumar dinheiro e mandar consertar as centrais de ar que vivem dando problema.
 
SOLUCIONADO
 
Em dezembro do ano passado eu divulguei uma situação de furto de armas no 5º DP de Porto Velho. Na época, a Secretaria Estadual de Segurança manteve sigilo sobre o caso porque as suspeitas recaiam sobre um policial da própria delegacia.
 
CASO
 
Na madrugada do dia 17, ladrões invadiram o prédio do 5º DP localizado na avenida Amazonas, 8145. Foram roubadas armas de médio e longo alcance. 
 
INTERNO
 
A ocorrência, 195240/2020, constava como “uso exclusivo para procedimento policial” por isso não foi divulgada para a imprensa. 
 
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A Polícia Civil informou que optou pelo silêncio para trabalhar a investigação sigilosamente, já que envolvia um servidor da Segurança Pública.
 
IMAGEM
 
Na verdade, é importante destacar o impacto negativo que causa para à instituição uma notícia como essa. E as duas situações são negativas.
 
IMAGEM 2
 
O fato de um Servidor Público estar envolvido no crime é ruim, mas pior ainda é a população tomar conhecimento de que bandidos teriam tido a audácia de invadir uma delegacia. 
 
SOLUÇÃO
 
Pois bem, os policiais do setor de inteligência da PC trabalharam no caso e ontem foi cumprido mandado de prisão preventiva contra o policial suspeito do roubo das armas.
 
CRIME
 
Ele vai responder por furto, corrupção e peculato. Se condenado, o policial pode pegar até 12 anos de prisão, além da expulsão dos quadros da polícia civil.
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