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ELEIÇÕES: Candidato a prefeito diz que legenda quer fraudar ata para ajudar Vinicius Miguel

“É fraude. Fabricaram uma ata para justificar uma aliança que não existe

Painel Político

06 de Outubro de 2020 às 13:18

Atualizada em : 06 de Outubro de 2020 às 15:52

Foto: Divulgação

Querem se defender de uma ação eleitoral cometendo uma fraude”. A afirmação é de Rui Parra Motta, presidente do PDT em Rondônia que em contato nesta terça-feira que foi procurado pela executiva do PDT municipal para assinar uma ata produzida no dia 25 de setembro, posterior a ata da convenção partidária que o indicou como candidato do partido.
 
Segundo Rui Motta, ele afirmou que “não iria assinar por se tratar de uma fraude”, e disse ainda que “ele próprio faria a denúncia”, por não concordar com a manobra.
 
Rui declarou que primeiro foi oferecido que ele assumisse a função de vice na chapa com Vinicius Miguel, depois uma secretaria, “estamos em 2020 discutindo a moralidade na política e os caras vem com uma dessas para cima de mim. Exijo respeito com minha história”, afirmou.
 
A coligação de Breno Mendes pediu na justiça eleitoral a nulidade da coligação do Rede, Cidadania e PDT. Se for mantida a coligação, o candidato Vinicius Miguel teria mais tempo de TV e Rádio, mas essa aliança prejudica os candidatos a vereador do PDT.
Uma das principais prejudicadas é a vereadora Ada Dantas, que também é contra a aliança com o Rede.
 
As manobras, segundo Rui Motta não são de conhecimento do senador Acir Gurgacz, principal liderança da legenda no Estado, “ele chega amanhã em Rondônia e vou tratar diretamente com ele”, declarou Rui Motta.
Direito ao esquecimento

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