CENSURADO?: Filme “Marighella”, de Wagner Moura, é arquivado pela Ancine

Nos Estados Unidos, a produção chegou aos cinemas em 30 de abril deste ano. No Brasil, a estreia está prevista para novembro

CENSURADO?: Filme “Marighella”, de Wagner Moura, é arquivado pela Ancine

Foto: Divulgação

O projeto de lançamento comercial do filme "Marighella", de Wagner Moura, foi encaminhado para arquivamento pela Agência Nacional do Cinema (Ancine).
 
 
 Como justificativa, o órgão apontou que houve "desistência da proponente em prosseguir com o projeto na Chamada Pública."
 
 
"Marighella" foi rodado em 2018, estreando em fevereiro do ano seguinte no Festival de Berlim. Nos Estados Unidos, a produção chegou aos cinemas em 30 de abril deste ano. No Brasil, a estreia está prevista para novembro.
 
 
 Uma estreia nacional havia sido pensada para 2019, mas a data teve de ser adiada por questões burocráticas envolvendo o longa. Um novo lançamento foi marcado com os problemas já sanados, mas o começo da pandemia do novo coronavírus fez com que os planos fossem mais uma vez adiados.
 
 
O primeiro filme dirigido por Wagner Moura resgata a história de Carlos Marighella, deputado cassado que se tornou guerrilheiro em plena ditadura militar.
 
 
Baseado na biografia escrita por Mário Magalhães, "Marighella" traz um recorte que inicia em 1964, pouco antes de sua prisão, com ênfase maior quando parte para a guerrilha, quatro anos depois. Mais que o mito, Wagner Moura busca o homem, com seus anseios e lamentos.
 
 
 Jornalista de formação, Wagner Moura estreou-se no teatro com a peça “A Máquina” em 2000. No mesmo ano, depois de participar em duas curtas-metragens, estreou-se no cinema com um pequeno papel no filme “Sabor da Paixão” com Penélope Cruz.
 
 
 Seguiram-se outras participações em filmes como “Abril Despedaçado” de Walter Salles, “As Três Marias” de Aluízio Abranches, “Deus É Brasileiro” de Cacá Diegues, “Nina” de Heitor Dhalia, “O Homem do Ano” de José Henrique Fonseca e “O Caminho das Nuvens” de Vicente Amorim. Moura não deixou de marcar presença na televisão, onde participou de séries e novelas. 
 
 
Em 2007, Moura interpretou o impetuoso e polémico Capitão Nascimento em “Tropa de Elite” de José Padilha. O filme obteve grande visibilidade dentro e fora do Brasil e foi premiado com o Urso de Ouro de Melhor Filme no Festival de Berlim. Moura voltaria a dar vida a Nascimento, promovido a Coronel, em “Tropa de Elite 2”. Após ser muito sondado por produtores estrangeiros, Wagner Moura fez a sua estreia em uma grande produção de Hollywood “Elysium” (2013). 
 
 
Enquanto Embaixador da Boa Vontade da Organização Internacional do Trabalho das Nações Unidas, Wagner Moura apoia a campanha mundial para acabar com a escravidão moderna.
 
 
Fonte: Uol e Comunidade Cultura e Arte
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