DOCUMENTÁRIO: Ritual da menina-moça dos indígenas Nambiquaras será exibido em lives

A atividade inicia nesta quarta. Haverá bate papo sobre a cultura indígena dos Nambiquaras após a exibição

DOCUMENTÁRIO: Ritual da menina-moça dos indígenas Nambiquaras será exibido em lives

Foto: Divulgação

Começa nesta quarta,3, e encerra na sexta-feira,5, sempre às 15 horas, o projeto “Os Nambiquaras e o ritual da menina-moça”. Durante a atividade será exibido documentário sobre esse ritual e, no final, terá bate papo sobre a cultura dessa comunidade indígena. O evento contará com interpretes de libras. Veja abaixo onde assistir.

 

O documentário foi produzido em Rondônia e já tem mais de 4 milhões de visualizações no Youtube.

 

Segundo Andréia Machado, produtora do documentário, o curta-metragem retrata o ritual da menina-moça praticado há centenas de anos pelos indígenas Nambiquaras que povoam Rondônia.

 

“O ritual é muito importante, pois marca o rito de passagem da vida das meninas para mulher, onde toda a aldeia se junta para comemorar essa nova fase da vida delas, para que jamais se esqueçam quem são e a que povo pertencem, mantendo viva a cultura Nambiquaras”, explica a produtora.

 

Lei Aldir Blanc

 

Os Nambiquaras e o ritual da menina-moça" é um projeto cultural fomentado pela Lei Aldir Blanc, por meio da Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel),  e Governo Federal.

 

Entenda o ritual

 

O ritual da menina moça está presente entre os Nambikwara e diversos outros povos indígenas brasileiros. Durante a primeira menstruação, a menina é mantida em reclusão em maloca específica, de forma que o contato com o mundo externo se dá apenas por meio das mulheres que com ela conversam e a aconselham.

 

O período de clausura não é padronizado, mas pode chegar de um mês a um ano. Para a retirada da menina da clausura e apresentação à comunidade indígena como mulher pronta para exercer as tarefas femininas e até mesmo para casamento, os Nambikwara convidam os parentes indígenas de outras aldeias. Ao entardecer, a menina deixa, intermitentemente, a reclusão e dança com seus padrinhos.

 

Séria, a garota não deve olhar para aqueles com quem dança. No fim da madrugada, é completamente liberta da clausura e, ao raiar o dia, agora livre, a moça recebe cânticos e ofertas de peixe assado e beiju.

 

Transmissão

 

Facebook Ponto de Cultura e de Mídia Livre Serpentário Produções no seguinte https://www.facebook.com/serpentarioproducoes    e no canal do Serpentário Produções no seguinte endereço https://www.youtube.com/user/TheSerpentarioproduc/featured

 

 

Fonte: Assesoria do evento e a Funai

Direito ao esquecimento

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