Um homem do estado de Mizoram, no nordeste da Índia, ganhou notoriedade internacional por comandar o que é considerado uma das maiores famílias já registradas. Conhecido como Ziona Chana, ele viveu sob o mesmo teto com 39 esposas, 94 filhos e 33 netos, em uma rotina doméstica que funcionava quase como uma pequena aldeia.
Chana era líder de uma seita poligâmica local e organizava a vida familiar com disciplina quase comunitária. As tarefas eram distribuídas entre os membros, as refeições eram coletivas e todos viviam em uma casa de quatro andares construída especialmente para acomodar o grupo. A dimensão da família, somada ao modo de vida peculiar, transformou o líder e seus parentes em tema de documentários, reportagens e curiosidade global.
A história se tornou ainda mais discutida após a morte de Ziona Chana, em 2021, aos 76 anos. Na ocasião, ele deixava 38 esposas, 89 filhos e 33 netos, números que continuavam impressionando pela escala incomum. A morte foi confirmada pelo chefe executivo do estado de Mizoram, Zoramthanga, que lamentou a perda e enviou condolências publicamente nas redes sociais.
Mesmo após sua morte, a estrutura familiar criada por Chana segue como um dos exemplos mais extremos de convivência poligâmica moderna, despertando debates sobre cultura, organização social e os limites da vida comunitária.