ISOLAMENTO: Notícia-crime por 'abandono de cargo' público contra Bolsonaro

Os integrantes do Psol pedem ainda a abertura de um inquérito civil sobre um possível ato de improbidade administrativa de Bolsonaro

ISOLAMENTO: Notícia-crime por 'abandono de cargo' público contra Bolsonaro

Foto: Divulgação

 

Jair Bolsonaro “tem apresentado exagerada ausência do cargo e de suas funções” desde a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial. Com esse argumento, deputados do PSOL encaminharam notícia-crime à Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente que trabalhou por apenas 22 horas e 30 minutos em dias úteis, o que significa dizer menos de uma hora e meia por dia, entre os dias 31 de outubro e 21 de novembro.

 

“O levantamento levou em consideração os compromissos apontados na agenda oficial divulgada pelo Palácio do Planalto. Na notícia-crime, o saldo é apontado como indicativo de que houve ‘explícito abandono de função, sem permissão ou regularização'”, diz a reportagem.
 
 
Os integrantes do Psol pedem ainda a abertura de um inquérito civil sobre um possível ato de improbidade administrativa de Bolsonaro. Se não for constatado abandono do cargo, Bolsonaro comete improbidade ao não tornar públicos seus compromissos oficiais, argumentam os parlamentares.
 
 
Nesta quarta-feira Jair Bolsonaro foi ao Palácio do Planalto pela primeira vez em 20 dias. A última ocasião em que Bolsonaro esteve na sede da Presidência foi no dia 3, para um rápido encontro com o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin.
 
 
Desde que foi derrotado na eleição presidencial, no dia 30 de outubro, essa foi a terceira vez que Bolsonaro esteve no Planalto. De acordo com o vice-presidente Hamilton Mourão, Bolsonaro teve um infecção na perna, chamada erisipela. A Presidência, no entanto, não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.
 
 
No seu período de reclusão no Palácio da Alvorada, o presidente também deixou de fazer as suas tradicionais transmissões ao vivo, que costumavam ser realizadas às quintas-feiras, e quase interrompeu publicações em redes sociais. Bolsonaro, no entanto, seguiu recebeu ministros, auxiliares e alguns aliados em sua residência.
 
 
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