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TRISTE MARCA: Brasil se aproxima de 100 mil infectados e 7 mil mortes pela Covid-19

A predominância observada desde o começo da crise, em homens acima dos 60 anos, se mantém

CORREIO BRAZILIENSE

03 de Maio de 2020 às 10:58

Atualizada em : 03 de Maio de 2020 às 11:33

Foto: Divulgação

O Brasil registrou 421 mortes pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, segundo dados deste sábado (2/5), do Ministério da Saúde. Com isso, o total oficial de vítimas da covid-19 no país chegou a 6.750.

 

 

O número de casos confirmados da doença se aproxima da marca de 100 mil - passou de 91.589 para 96.559, com o acréscimo dos 4.970 novos casos registrados entre sexta-feira e Sábado.



O Estado do Rio de Janeiro registrou 50 mortes por covid-19 no mesmo período, segundo informações divulgadas pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). Com isso, o total de mortes pelo novo coronavírus no Estado chegou a 971.

 

 

Ao todo, 10.546 casos da doença já foram confirmados. Entre os infectados, 6.448 estão na capital fluminense, principal foco da doença no Estado. A capital também registra o maior número de mortes até o momento, são 603.



Já o Estado de São Paulo, epicentro da doença no País, registrou 800 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, com mais 75 mortes registradas.

 

 

Dados do governo do Estado publicados neste sábado apontam um total de 2.586 mortes por coronavírus e, também, um total de 31.174 casos confirmados.



No feriado de 1º de maio, tanto o Estado de São Paulo quando a capital tiveram os mais baixos índices de isolamento já registrado para datas fora de dias úteis. No Estado, a taxa foi de 56%, enquanto no município de São Paulo foi de 55%.

 

 

solamento social é apontado pelos governos estadual e municipal como peça fundamental da estratégia adotada para evitar o colapso do sistema de saúde.

 

 

O ideal, segundo esses governos, era que a taxa de isolamento fosse de 70%. Em 10 dos 30 dias do mês de abril a taxa de isolamento social ficou abaixo dos 50%.



O porcentual mais baixo foi o da última sexta-feira, quando marcou apenas 46%. Os dados são analisados a partir de informações sobre o deslocamento de celulares feito pelas operadoras de telefonia, que repassam as informações de forma agregada (sem identificar usuários) ao governo.

 

A predominância observada desde o começo da crise, em homens acima dos 60 anos, se mantém. "Entre as vítimas fatais, estão 1.517 homens e 1.069 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 73,5% das mortes", diz a nota divulgada neste sábado. 

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