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GRUPAL: PMs são denunciados por orgia com mulher durante pandemia

Ela é conhecida como Patty UPP e já foi denunciada outras vezes por fazer sexo com policiais dentro de batalhões da corporação

O DIA

15 de Abril de 2020 às 08:52

Foto: Divulgação

Em meios aos esforços para conter o avanço da Covid-19 - doença causada pelo coronavírus -, uma polêmica envolve diretamente quem está na linha de frente no combate à doença.
 
Um grupo de policiais militares é acusado de driblar a ordem de isolamento social para receber visitas íntimas de uma jovem dentro de batalhões e bases de unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). A denúncia foi encaminhada para a Corregedoria da corporação e os agentes envolvidos nas orgias podem ser presos ou expulsos do cargo.


A acusação é feita por esposas e namoradas de policiais militares suspeitos de participarem dos encontros. Patty UPP, como já é conhecida, teria sido filmada e fotografada mantendo relações sexuais com um grupo de PMs durante expediente.
 
A mulher é acusada de ter frequentado pelo menos três UPPs e dois batalhões durante o período de isolamento por conta do novo coronavírus. Um dos encontros teria acontecido na quarta-feira da semana passada, dia 8 de abril. 


“Se nós estamos respeitando a quarentena, porque a Patty e os Policiais não respeitam?”, revolta-se a esposa de um policial.


As imagens de Patty UPP com os policiais foram divulgadas em grupos de WhatsApp. Nas fotos, a mulher aparece usando uniformes dos PMs. Um uma imagem, o policial coloca uma pistola sobre o corpo da jovem.


Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Militar afirma que a corregedoria abriu inquérito para averiguar as denúncias, mas o caso segue sob sigilo. Caso sejam identificados e condenados, os PMs podem pegar de seis meses a um ano de prisão.
 
Em defesa, Patty UPP diz que os encontros com os PMs acontecem em hotéis quando os agentes estão em seus dias de folga. 
 
Patrícia Alves ficou conhecida por dois apelidos, "Pattyficação" e "Patty UPP", em 2014 quando teve vídeos íntimos com policiais militares de UPPs vazados em grupos de plataformas de bate papo.
 
Na época, a moça revelou que não cobrava para ter relacionamento com os policiais e fazia porque gostava. Ela chegou a marcar o corpo com tatuagens com a sigla UPP. 

No início deste ano a jovem voltou a ser alvo de denúncia. Ela foi acusada por um grupo de esposas de PMs de ter passado a noite de Réveillon dentro do Bope. A denúncia foi investigada pela corregedoria, mas nenhum policial foi punido.


Ao longo dos últimos anos, a jovem se envolveu em várias polêmicas com policiais militares. Após a repercussão de seus casos, Patty chegou a participar de filmes pornôs, todos com a temática militar.
 
Em 2015, quatro policiais militares foram presos administrativamente por 30 dias de prisão por terem sido fotografados e filmados em cenas de sexo com a moça.
Direito ao esquecimento

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