Quanto vale uma vida? - Por Valdemir Caldas

Quanto se trata de adotar medidas para conter a proliferação do coravírus, o governo de Rondônia insiste em caminhar na contramão da história. O governo decreta o distanciamento social controlado. Como isso, quer evitar a aglomeração em festas, balneários, boates, casas de shows, principalmente, no que está coberto de razão, mas, estranhamente, determina a abertura de serviços não essenciais, justificando que os proprietários desses estabelecimentos estariam “sofrendo por isso”.
 
Sofrendo! Sofrendo, mesmo, excelência, estão aqueles que perderem seus entes queridos para o covid-19, e outros tantos que lutam desesperadamente pela vida, tanto nos hospitais como em suas casas. E o que dizer das centenas de pais e mães de família perderam seus empregos. Agora, o que vale mais, o lucro ou a vida? 
 
Antes que as cabeças ocas saiam por aí dizendo que eu sou contra esse ou aquele segmento empresarial, esclareço que não é nada disso. Pelo contrário, reconheço a importância que cada um representa para a geração de renda e emprego e impulsionar a economia de Rondônia, mas é preciso cautela, sobretudo nesse momento difícil pelo qual estamos atravessando.  O lucro não pode ser mais importante que a vida, que é um dom precioso de Deus, tampouco a sede e mando pelo poder. Mas esse é o retrato de uma sociedade voltada para ganhar dinheiro a qualquer custo. Às vezes, esquecemo-nos de que fomos criados à imagem e semelhança Divina, metemos os pés pelas mãos e cometemos um erro atrás do outro. Já disse alguém, que o estadista pensa na próxima geração; o político, na próxima eleição. O estadista edifica o futuro; o político, sua perpetuação no poder.
Direito ao esquecimento

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