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Subsidio dos vereadores pode chegar a R$ 18 mil a partir de janeiro

COLUNA

19 de Outubro de 2016 às 16:20

Foto: Divulgação

O Projeto de Lei já estaria pronto, esperando apenas o sinal verde da mesa diretora para ser enviado à aprovação pelo plenário. Por lei, o subsídio do vereador é fixado no final da legislatura para vigorar nos próximos quatro anos. A correção é feita, anualmente, pelo índice da inflação.

Segundo informações, o valor passaria dos atuais R$ 12 mil para R$ 18 mil, a partir de janeiro, salientando, contudo, que o subsídio do presidente é de R$ 18 mil, ou seja, 50% a mais. O valor é justificado pelo exercício do cargo. Nessa proporção, o subsídio do novo presidente chegaria a R$ 27 mil. Há quem fale numa quantia menor, alguma coisa em torno de R$ 15 mil para os vereadores e R$ 22 mil para o presidente.

Além do subsídio, o parlamentar recebe uma verba de R$ 22 mil, para pagamento de assessores. Essa quantia pularia para R$ 28 mil. Seria mantida a verba indenizatória de R$ 90 mil/ano, para despesas diversas, como compra de combustível.

Mas, atenção! Ainda não tem nada decidido. Se depender de vereadores como José Wildes de Brito (PDT), por exemplo, o reajuste não sairá do papel. E ele garante que não é pelo fato de não ter sido reeleito, mas considerando o momento econômico extremamente difícil pelo qual passa o país atravessa, como também a própria Câmara, que, recentemente, precisou exonerar mais 350 comissionados para evitar o caos. E olhe que os servidores efetivos não receberam sequer a recomposição salarial de 2015. “Por isso, falar em reajuste de subsidio é, no mínimo, uma atitude inaceitável”, disse o parlamentar.

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