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Colégios militares: um modelo de sucesso que precisa ser valorizado

COLUNA

18 de Fevereiro de 2020 às 14:14

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Aqueles que conhecem o Projeto Rondon, direcionado ao público universitário, sabem que temos um verdadeiro caso de sucesso. Mas quando se pensa e se procura um ensino de qualidade pros nossos filhos, não há como deixar de lado os tradicionais Colégios Militares administrados pelo Exército de Caxias.

 

Desde 1889, quando surgiu a primeira instituição de ensino militar no Rio de Janeiro, RJ, a chamada Casa de Tomáz Coelho, e depois com o nascimento de mais doze colégios militares (e o de São Paulo já está em andamento), o ensino fundamental a partir do 6º ano e o ensino médio têm uma referência nacional e também mundial. Aproximadamente 15.000 meninos e meninas dependentes de militares e também civis desfrutam de um ensino de qualidade, agregado a consistentes princípios e valores cívicos e patrióticos que forjam a personalidade de verdadeiros futuros líderes de uma Nação que atualmente se baseia, lamentavelmente, na pseudo lei que mostra que “o importante é levar vantagem em tudo”. Maldito cigarro Vila Rica.

 

E também não há como se esquecer dos colégios militares estaduais, administrados pelas Polícias Militares e pelos Corpos de Bombeiros Militares, cuja trilha de sucesso segue a mesma batuta daqueles atuais 13 colégios militares administrados pelo Exército. No nosso Estado de Rondônia, unidades a cavaleiro da BR-364 são exemplos de orgulho para todos nós.

 

Agora surge a ideia das Escolas Cívico-Militares. E o que esperar desse novo modelo? Trata-se de um programa nacional do Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Defesa (tem tudo pra dar certo), com atuação nas áreas educacional, pedagógica e administrativa. Assim, professores e administradores passarão a contar com o apoio de militares na gestão escolar, sendo que esses militares da reserva não substituirão os nossos mestres; ah, e para que não fique qualquer dúvida, não há de se falar em militarização dos nossos jovens, bem como qualquer pagamento por parte de qualquer pai ou responsável. Se tudo correr como planejado, a meta é estabelecer 54 unidades públicas por ano em todo Brasil, nos níveis estaduais e municipais. 

 

Como “canja de galinha não faz mal a ninguém”, hierarquia e disciplina, pilares das nossas Forças, agregadas ao respeito fazem com que tenhamos esperança na melhoria no nosso pífio desempenho escolar atual. Devidamente aplicado em áreas geográficas de vulnerabilidade, a sociedade terá muito que agradecer ao programa, e os nossos queridos professores poderão voltar para suas casas em segurança e com a tranquilidade do sentimento do dever muito bem cumprido.

 

Nossas futuras gerações certamente agradecerão...

Direito ao esquecimento

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