OBSCURO: CPI da Covid faz requerimentos sobre precatórios do Sintero

Senador Marcos Rogério (DEM) pede informações sobre precatórios que seriam ligados ao FIB Bank

OBSCURO: CPI da Covid faz requerimentos sobre precatórios do Sintero

Foto: Divulgação

Na sessão desta terça-feira (14), o senador Marcos Rogério fez um requerimento durante a CPI da Covid do Senado Federal. Seriam pedidos de informações envolvendo os precatórios dos sindicatos estaduais dos trabalhadores da Educação de Roraima e Rondônia (Sinter e Sintero) e como está a atual situação das ações judiciais que beneficiariam seus associados. 
 
Esses precatórios do Sintero foram alvos da Operação Pretório, da Polícia Federal, em outubro de 2012, com 64 mandados de busca e apreensão em Rondônia, São Paulo, Amazonas, Distrito Federal, Mato Grosso e na Paraíba. 
 
Um dos envolvidos seria o advogado Luís Felipe Belmonte, que hoje atua e mora em Brasília. Ele também é um dos impulsionadores do futuro partido de Jair Bolsonaro, o Aliança pelo Brasil.
 
Trata-se da questão dos precatórios. Que ele diz que faz parte desse acervo. No caso, o de Roraima e de Rondônia. Como foi citado pelo presidente do FIB Bank, o Sinter e o Sintero, que eu estou apresentando a esses dois”, falou o senador.
 
Novo pedido
 
O senador rondoniense, que tem posição clara de defesa do governo de Jair Bolsonaro, também fez um requerimento sobre o registro do FIB Bank na Junta Comercial de São Paulo (Jucesp). 
 
Tem um documento aqui que aponta que o FIB Bank tem capital de 10 milhões de reais. O mesmo montante da sua fundação. Parece que houve uma falsificação de documentos. Então, a gente vai pesquisar no site da Junta Comercial do Estado de São Paulo e não achamos nada. Por isso, esse requerimento para termos as informações sobre o FIB Bank”.
 
Ambos requerimentos foram aprovados por unanimidade. Depois de enviado, o prazo para os sindicatos responderem os questionamentos dos senadores pode variar. A média é de 15 dias corridos.
 
A CPI da Covid foi prorrogada em julho por mais 90 dias e segue até o dia 05 de novembro.
 
Mais detalhes
 
O escândalo envolvendo o FIB Bank (que seria um banco de fachada) acaba respingando em Rondônia, já que um banqueiro teria citado uma suposta compra de precatórios.
 
Segundo informações conseguidas pelo Rondoniaovivo, um grupo veio a Rondônia e oferecia aos titulares e seus dependentes a compra de seus precatórios. Essas pessoas no desespero venderam o que tinham a receber por até 1/3 do valor total. 
 
O motivo eram os boatos que os beneficiários jamais iriam receber o que era devido pelo Governo Federal. Esse tal grupo esteve em um hotel e comprou centenas de créditos de precatórios. 
 
Todos foram enganados e até o momento, nenhum representante da bancada federal defendeu essas pessoas.
Direito ao esquecimento

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Por Editoria

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