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LATROCIDAS: Criminosos que mataram capitão da Base Aérea são condenados a mais de 100 anos

As penas deles somadas são superiores a 100 anos de prisão no regime fechado. O latrocínio ocorreu no dia 25 de abril do ano de 2020 na Vila Militar da Base Aéra, no Centro de Porto Velho (RO).

Rondoniaovivo

09 de Fevereiro de 2021 às 18:56

Atualizada em : 09 de Fevereiro de 2021 às 19:55

Foto: Richard Nunes /Rondoniaovivo

O juiz Pedro Sillas Carvalho, da 4ª Vara Criminal de Porto Velho condenou três dos cinco acusados por participação na morte do capitão da Aeronáutica Ericristhowan Silagi da Silva, 32.
 
As penas deles somadas são superiores a 100 anos de prisão no regime fechado. O latrocínio ocorreu no dia 25 de abril do ano de 2020 na Vila Militar da Base Aéra, no Centro de Porto Velho (RO).
 
 
Condenações
 
 
 
Adriano Matheus Cabral Araújo,  pena de 34 anos e 2 meses de prisão), Wesley Ferreira dos Santos (36 anos e 7 meses de prisão) e Lucas  Barbosa de Oliveira Neto (34 anos e 2 meses de prisão). O trio foi condenado por roubo seguido de morte (latrocínio). Raquel Fernandes Guimarães foi absolvida e Alecsandro Ribeiro da Silva ainda está foragido. 
 
O juiz Pedro Sillas Carvalho, ressaltou que “a dinâmica do crime, seus elementos de prova encontram total amparo com a confissão do acusado Adriano, pois além de confessar a participação no crime detalhou a conduta e participação dos demais acusados com exceção da acusada Raquel.
 
 
O crime
 
 
 
Adriano disse que aceitou participar da empreitada para pagar uma dívida de droga. Ele contou ainda que ele contraiu a dívida dentro da Colônia Penal, onde cumpria pena no semiaberto e tão logo foi solto, os credores exigiram o pagamento.
 
Como estava sem dinheiro participou do assalto ao oficial. Na ocasião ele estava com R$ 200, 00 e o restante do valor para quitar a dívida ele receberia após o assalto. Foi ele quem dirigiu o veículo para os comparsas que executaram o capitão. 
 
Adriano em companhia de Raquel e Lucas foram até a Colônia Pena e buscaram Weslei e Alecsandro, que cumpriam pena e mesmo assim conseguiram sair.
 
 
Segundo Adriano, o grupo chegou ao local do crime por volta das 2h da madrugada. Após mais de 30 minutos, os comparsas retornaram ao local, nervosos e falando que havia dado errado o roubo.
 
O capitão foi morto dentro do quarto com um tiro no peito após ser surpreendido pelos assaltantes.
 
A arma do crime, um revólver calibre 38, foi apreendido cinco dias após o crime, em poder do Weslei.
Direito ao esquecimento

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