Embora o carcereiro de plantão no dia da pancadaria tenha alegado que não escutou nenhum grito
Foto: Divulgação
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Fotografias que vêm sendo compartilhada em grupos no WhatsApp nesta quinta-feira, 09, em todo o Cone Sul, mostram um homem com profundas marcas nas costas, o que indica que ele teria sofrido um violento espancamento.
Dois áudios que acompanham as imagens, um deles de um homem que diz ser funcionário de um hospital de Colorado, onde o ferido recebeu atendimento, garante se tratar de Nilmar dos Santos, de 38 anos, que matou um casal de dentistas na cidade, com requintes de crueldade.
A vítima nega ter sido agredido pelos companheiros de cela, onde está sendo mantido desde que foi preso e confessou o duplo assassinato. Ao pedir atendimento médico, o homicida confesso justificou as lesões alegando ter caído de sua “jega”, a cama de cimento comum em todas as cadeias.
De volta a Colorado após ser atendido em Cerejeiras e, segundo alguns leitores do site, com um dente a menos na boca, Nilmar está realmente “todo arrebentado”. O espancamento dele seria a reação dos outros detentos à morte cruel da dentista que os atendia na cadeia: Dionelia Giacometti foi enforcada no domingo, assim como seu marido, Eldon Mai, também dentista.
A mulher de Nilmar, Francinéia Costa de Oliveira, segundo o áudio que acompanha as imagens, não foi agredida também porque está sozinha numa cela do mesmo presídio.
Embora o carcereiro de plantão no dia da pancadaria tenha alegado que não escutou nenhum grito ou barulho de espancamento, a direção da unidade prisional talvez seja obrigada a manter o preso sozinho em outra cela, porque ele pode ser morto numa eventual segunda sessão de pauladas.
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