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URGENTE: Preso em SP, traficante que mandou matar duas pessoas e jogar corpos no rio Madeira

Ele é acusado de mandar matar a tiros Waldimir Cardoso da Silva Neto e Paulo Henrique de Souza Lima, no dia 25 de maio de 2016, na Estrada da Areia Branca, zona Sul de Porto Velho (RO)

RONDONIAOVIVO

13 de Maio de 2020 às 12:04

Atualizada em : 14 de Maio de 2020 às 10:21

Foto: Richard Nunes /Rondoniaovivo

A Polícia Militar Rodoviária prendeu na noite de terça-feira (12) em Araçatuba/SP, o foragido da Justiça de Rondônia Geovany Carlinson do Nascimento Barbosa, 25, o "Mumu".
 
Ele é acusado de mandar matar a tiros Waldimir Cardoso da Silva Neto e Paulo Henrique de Souza Lima, no dia 25 de maio de 2016, na Estrada da Areia Branca, zona Sul de Porto Velho (RO). Geovany foi condenado a 30 anos de cadeia por duplo homicídio e ocultação de cadáver. 
 
 
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Os corpos das vítimas foram jogados no rio Madeira, região do ramal Maravilha. Também foram condenados pela execução dos crimes Heberth Alves de Mesquita, o "Tinarri ou Tatuador" e Alisson Rafael da Silva. O primeiro pegou 30 anos de prisão e o segundo, 26 anos.
 
As investigações dos Agentes  da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida (DECCV) de Porto Velho (RO) apuraram que a motivação para o duplo homicídio teria sido para que Geovany não pagasse uma dívida de seis quilos de droga. 
 
Geovany então contratou Alison, Hebert e um adolescente e forneceu armas de fogo a eles para assassinarem as vítimas. Os corpos foram encontrados no rio Madeira após informações e diligências realizadas por policiais civis do 4° DP que colaboraram com as investigações.
 
 
O crime
 
 
O acusado Alison marcou um encontro com as vítimas, que foram de moto. Chegando ao local, suspeitando que haviam caído em uma emboscada, a dupla fugiu, mas foi acompanhada. O veículo era conduzido por Alison, que o jogou contra a moto, derrubando as vítimas que foram baleadas em seguida.
 
Os corpos foram colocados no porta-malas do carro a mando de "Mumu" e levados para a beira do rio Madeira. Foram amarradas pedras nos pescoços dos dois rapazes, que em seguida foram jogados no rio.
 
Consta no processo que um dos corpos foi perfurado pelo adolescente para evitar flutuação.
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