IRRESPONSABILIDADE: Cantor Gabriel Parada tenta explicar o inexplicável após demonstração de desprezo pela vida

Após o show em aglomeração, o cantor passeou sem máscara no Espaço Alternativo

IRRESPONSABILIDADE: Cantor Gabriel Parada tenta explicar o inexplicável após demonstração de desprezo pela vida

Foto: Divulgação

Realizada neste último final de semana e amplamente denunciada nas redes sociais, a festa ocorrida em Porto Velho com direito a som ao vivo e muita aglomeração deve gerar consequência para os personagens que descartaram a Lei, a vida e o respeito à comunidade. 
 
O deputado Jair Montes já afirmou que irá cobrar do Ministério Público e departamentos de inteligência das policias Civil e Militar, para identificar os organizadores do evento e os incitadores da aglomeração ilegal. 
 
Entre eles está o conhecido cantor portovelhense Gabriel Parada, filmado cantado na casa lotada sem qualquer constrangimento em participar de um show enquanto o cemitério da cidade chegava à sua lotação. 
 
Ainda quer ter razão
 
Para piorar, o cantor ainda emitiu uma Nota de Esclarecimento onde afirma que as críticas direcionadas a ele por ter se apresentado em plena pandemia em uma casa de show lotada, são “infundadas”. 
 
O desprezo do cantor pelas normas de distanciamento social visando amenizar a situação dramática de Rondônia, que há varias semanas não possui leitos para internar pacientes de COVID-19, fica explicito em sua Nota, quando em momento algum ele relata arrependimento ou se retrata com comunidade. 
 
Mais desprezo pela vida
 
No mesmo dia em que emitiu a Nota de Esclarecimento, Gabriel Parada, desfilou no Espaço Alternativo sem máscara e ainda postou vídeos em suas redes sociais. 
 
 
Atitude que reforça a imagem de egoísmo e desprezo pela vida que cantor vem passando à sociedade rondoniense nos últimos dias. 
 
Nas mãos das autoridades
 
Agora caberá às autoridades públicas tomarem todas as medidas necessárias e utilizar esse caso como exemplo para artistas e produtores de eventos que fingem não enxergar a problemática da falta de leitos e insumos hospitalares. 
Direito ao esquecimento

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