O presidente da Aspro (Associação dos Produtores Rurais de Porto Velho), João do Vale, voltou a enfatizar esta semana que o projeto sobre o Desmatamento Zero na Amazônia Legal, de sua idealização e de autoria do senador Valdir Raupp, somente alcançará seu
Foto: Divulgação
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O presidente da Aspro (Associação dos Produtores Rurais de Porto Velho), João do Vale, voltou a enfatizar esta semana que o projeto sobre o Desmatamento Zero na Amazônia Legal, de sua idealização e de autoria do senador Valdir Raupp, somente alcançará seu objetivo, que é o de preservar a floresta amazônica, se as propostas que fazem parte do projeto, encaminhadas pelos produtores rurais, forem atendidas da forma como está no projeto.
“Um exemplo é o item que trata da regularização fundiária. Sem ela é impossível falar no Desmatamento Zero, pois é através da regularização fundiária que o produtor vai ter o direito de acesso a créditos bancários para aquisição de insumos maquinários para fazer produzir a terra já aberta”, destacou. O presidente da Aspro lembrou que em Rondônia a regularização fundiária já teve início, logo após encontro entre ele, o senador Valdir Raupp e representantes do Incra, mas ressaltou que ela está sendo feita de forma onerosa para os produtores rurais. “A forma que o Incra restabeleceu a regularização está tendo um alto custo para nossa classe, como exemplo, no caso do produtor vir a ter que pagar o custo das áreas afetadas de sua terra, que é muito caro e deveria ser feito de uma forma econômica”destacou.
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