Deputado Federal não se opõe à mudança de local da construção da ponte sobre o Madeira

Deputado Federal não se opõe à mudança de local da construção da ponte sobre o Madeira

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Foto: Divulgação

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À frente das discussões dos prós e contras referentes à construção da ponte sobre o rio Madeira, na BR-319 (Avenida Imigrantes), no bairro Balsa, em Porto Velho, o deputado federal Lindomar Garçom (PV-RO) diz que não é contrário à proposta de mudança do local da construção da ponte sugerida pela população e pela Associação Comercial de Rondônia.

 

 

Garçom, que no último final de semana convocou uma audiência pública para debater o assunto, explicou que há muito que considerar antes que a ponte comece a ser construída. O deputado ressaltou, no entanto, que os prazos já estabelecidos devem ser cumpridos. “Minha preocupação não é onde a ponte será erigida. A discussão é para que, dentro dos 35 dias, o edital da ponte seja liberado para licitação”, acentuou.

 

O inverno rigoroso da região foi apontado por Garçom como principal fator para que os prazos sejam cumpridos. Segundo ele, se houver atraso, o início das obras será alterado devido o período chuvoso. “A ponte pode até ser construída em outro local, mas a agilidade no processo tem que ser mantida”.

 

Segundo o parlamentar, que falou à rádio Caiary, no programa ‘A Bronca é Sua a Ajuda é Nossa’, transmitido, na segunda-feira, diretamente da comunidade do bairro da Balsa, a grande dificuldade para a mudança do local da ponte é a burocracia. “Serão feitos novos estudos, projetos e audiências públicas, tudo isso leva tempo. Há nove anos o Governo Federal tenta construir essa ponte, esse é o momento final, mas temos que considerar os impactos negativos e positivos antes de concretizar a obra”.

 

O deputado conversou também com o presidente da Associação Comercial de Rondônia, Vanderlei Oriani, de quem ouviu ponderações sobre a inconveniência de se manter o tráfego de caminhões e carretas dentro da cidade. Oriani explicou ao deputado que essa é uma reivindicação da sociedade portovelhense e não apenas dos moradores da balsa. Até o problema dos baixos valores de indenização que está sendo oferecido aos moradores da Balsa, segundo o presidente da ACR, será solucionado com a mudança no projeto.

 

Para Garçom, o grande responsável por esse impasse que agora se apresenta é o atual prefeito de Porto Velho que, segundo ele fez questão de assinar um decreto tornando as Avenidas Jorge Teixeira e Imigrantes em rodovia federal. “Se isso não tivesse acontecido, a ponte não seria construída na Balsa”.

 

O deputado defende também a construção do anel viário como melhor solução para evitar o estrangulamento do trânsito e os constantes acidentes provocados pelo grande fluxo de carretas na BR-319. “As vidas que foram perdidas na Imigrantes e Jorge Teixeira devem ser consideradas, mas tem também a questão de quem vive do outro lado do rio. Os dois lados têm que ser avaliados”.

 

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