ESPAÇO ABERTO: Novos e bons nomes para a política podem mudar a realidade do Estado

ESPAÇO ABERTO: Novos e bons nomes para a política podem mudar a realidade do Estado

Foto: Divulgação

PORÕES
 
Se engana quem pensa que já não vem ocorrendo muita correria nos bastidores da política de Rondônia. Três lideranças estão confirmadíssimas para entrar na disputa majoritária. No entanto preferem ficar quietinhas nesse momento.
 
RUMO
 
O problema é que faltam ainda dez dias para o fim do prazo sobre   definição quanto às coligações. Só depois disso é que os diretórios regionais e municipais devem começar a efetivamente se mobilizar.
 
SEM PRESSA
 
Justamente por conta da votação do texto da reforma eleitoral no Senado, que define sobre as coligações, é que muita gente nova na política, que ainda não está filiada a partido nenhum, aguarda qual caminho seguir.
 
PRUDÊNCIA
 
Vale dizer que a cautela para filiação é uma opção dos futuros candidatos que já vem sendo assediados por caciques conhecidos. A jornalista e professora Iule Vargas e o empresário Antônio Marcos Mourão Figueiredo já decidiram que serão candidatos.
 
COMUNIDADE
 
Iule diz que a decisão aconteceu por conta das inúmeras reportagens feitas nos bairros onde presenciou de perto o que o povo sofre quando precisa de uma demanda do serviço público.
 
 
 
ACESSO
 
A jornalista aponta que muitos pedidos feitos pelas comunidades são coisas simples, mas que esbarram na burocracia e na pouca vontade de alguns gestores.
 
INTERCEDER
 
Um de seus objetivos na política é tentar fazer esse meio de campo entre o cidadão e o Parlamento. Embora saiba que é papel do vereador estar ligado diretamente às comunidades, Iule argumenta que existem inúmeras demandas locais que os deputados também podem interceder pelo povo.
 
INCENTIVO
 
O empresário Marcos Figueiredo diz que a ideia de entrar para a política é justamente para fazer com que o pequeno empreendedor como ele tenha voz no Parlamento. 
 
 
 
SEM REPRESENTANTE
 
Marcos argumenta que o pequeno empresário também contribuiu muito para o PIB, no entanto parece ser deixado de lado. O Governo aparenta dar ouvidos aos grandes e esqueçe dos pequenos que também geram emprego e renda.
 
DESDE CEDO  
 
Marcos tem uma história de vida com muita luta e dificuldades e sabe da importância que é para os jovens ter oportunidades e exemplos a serem seguidos.
 
PROPOSTA
 
Além dos pequenos empreendedores, outro objetivo é implantar no Estado centros poliesportivos que possam atrair jovens para o esporte e afastá-los das drogas e criminalidade. “O Governo dispõe de recursos pra isso, então é só questão de vontade mesmo para fazer a coisa andar”, explica Marcos Fiqueiredo.
 
CHANCES
 
Sem sombra de dúvidas, tanto Iule como Marcos são excelentes nomes para o eleitorado de Rondônia. Ambos tem bom conhecimento sobre as maiores dificuldades que a população enfrenta em vários setores.
 
PONTUAL
 
Iule no dia a dia do jornalismo conhece a realidade do povo, o mesmo vale para Marcos Fiqueiredo que costuma acompanhar o trabalho de suas esquipes de sanitização, desratização e controle de pragas. 
 
ENERGIA
 
Embora a eletricidade no Brasil tenha surgido em 1880, no Rio de Janeiro, muita gente em nossa Amazônia ainda não sabe o que é ter luz elétrica. 
 
ENERGIA 2
 
Segundo levantamento da ENERGISA, três por cento da população de Rondônia não tem luz. Isso representa quase 50 mil pessoas. É muito se for levado em conta que nosso estado tem apenas 07 municípios com mais de 50 mil habitantes.
 
NOVIDADE
 
Passados 141 anos da primeira instalação de Rede de Energia, nos últimos meses é que dezenas de famílias rondonienses começaram ter acesso à energia.  
 
SOFRIMENTO
 
Dona Alvina Tressemam, moradora de São Miguel do Guaporé, é mãe de uma jovem com Síndrome de Down. Quem tem pessoas especiais na família sabe da atenção que eles necessitam.
 
 
 
ISOLAMENTO
 
Residindo da zona rural, dona Alvina tinha que se virar para dar conta da casa. Uma lamparina era tudo que ela tinha para passar a noite acordada quando a filha tinha crises e se debatia muito por causa do calor.
 
ALENTO
 
Três meses atrás, quando soube da chegada da luz na região, bastou uma única visita até um posto de atendimento da companhia de energia pra vida mudar. 
 
REDE
 
Quase 40 anos após ter chegado em Rondônia, dona Alvina finalmente conheceu o que é ter luz elétrica. A energia mudou a vida dela em todos os sentidos, além de aliviar o sofrimento da filha com as crises no calor.
 
 
 
VIZINHA 
 
Dona Josefa é outra moradora da região que chegou a pensar que iria morrer sem saber o que é ter luz elétrica em casa. Após ter ficado viúva, o que já era difícil complicou mais ainda.
 
 
 
BRAÇO
 
Quando não havia rede elétrica, o filho mais velho de dona Josefa chegou a “puxar” do poço, 600 litros de água em único dia. 
 
 
DIFICULDADE
 
Ela conta que era um sonho do marido ver chegar à energia em casa. “ Infelizmente ele não está mais aqui, mas vivia dizendo que uma hora a gente ia ter luz elétrica. Graças a Deus chegou há 3 meses e hoje o trabalho é bem mais fácil", explica.
 
 
 
 
HISTÓRIAS
 
As duas realidades vividas por essas moradoras simples, honradas e trabalhadeiras do interior de Rondônia você pode conferir no vídeo abaixo. O filme mostra o quanto um investimento, aparentemente normal para a empresa de energia, pode mudar a vida de muitas famílias.
 
 

Direito ao esquecimento

MAIS NOTÍCIAS

Por Editoria

PRIMEIRA PÁGINA

ROVIVO TV

DESTAQUES EMPRESARIAIS

PUBLICAÇÕES LEGAIS

COLUNAS