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ESPAÇO ABERTO: Alguns candidatos apostam na “amnésia” do povo para se tornar opção

Confira a coluna de Cícero Moura

CÍCERO MOURA/RONDONIAOVIVO

02 de Setembro de 2020 às 08:46

Atualizada em : 02 de Setembro de 2020 às 14:25

Foto: Divulgação

NUNCA FIZ ISSO
 
Todo sujeito com passado nebuloso que se aventura na disputa por um cargo público acredita veemente que o eleitor é burro e esquecido. E muitos tem certa razão pois tem cada pulha que consegue se eleger que já nem surpreende mais.
 
TENHO AS MELHORES PROPOSTAS
 
Com discurso populista e promessa que não acaba mais, eles já estão em redes sociais se apresentando como a solução para Porto Velho. Sabem como resolver as questões do transporte, saneamento, lixo, falta de médicos na saúde e assim vai.
 
FICHA SUJA
 
Para quem não tem um passado dos melhores e prega a moralidade é bom lembrar que a mesma Rede Social que serve para propagar grandes feitos e promessas absurdas também será  usada para avivar a memória dos eleitores mais esquecidos.
 
GRANDES EMPREENDIMENTOS
 
Odorico Paraguaçu queria investir em um cemitério pomposo e deslumbrante mesmo sabendo que defunto em sua cidade era coisa rara. A obra foi promessa de campanha e conseguiu ser inaugurada. Seu primeiro “inquilino” foi justamente seu idealizador. 
 
GRANDES EMPREENDIMENTOS 2
 
Ninguém prometeu, ainda, cemitério novo em nossa capital, mas não se assuste se alguém aparecer dizendo que já começou a negociar a construção de um Metrô para Porto Velho. 
 
CHORORÔ
 
Quem está no poder e fica todo melindrado quando sofre uma diatribe deveria criar vergonha na cara e fazer outra coisa. Além de estar na condição de comissionado, ganhando muito bem por sinal, se acha no direito de pensar que pode censurar o que é fato. Me poupe.
 
POUCA DISPOSIÇÃO
 
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD Contínua) referente ao segundo trimestre de 2020 revela que 24 mil pessoas em Rondônia estão na condição de desalentados. 
 
 
SEM VONTADE
 
Segundo a classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desalentada é a pessoa com capacidade e idade de trabalhar, mas que desiste de procurar ocupação.
 
CHEGOU A 10 MIL
 
O número representou uma alta de duas mil pessoas em comparação ao primeiro trimestre do ano e de dez mil pessoas em comparação ao segundo trimestre de 2019.
 
QUASE 50%
 
A taxa de informalidade apurada pelo IBGE foi de 46,6%, com destaque para os trabalhadores por conta própria, em que 85,3% não tinham registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).
 
SEM GARANTIAS
 
Entre os trabalhadores do setor privado, 25,6% não tinham carteira assinada. Já entre os empregados doméstico, 63,3% não tinham carteira assinada.
 
CALA A BOCA CACHORRO
 
Na semana passada a cidade de Penha, em Santa Catarina, aprovou uma lei que proíbe cachorros de latirem. A Câmara Municipal determinou, por unanimidade, que a multa aos donos dos animais que infringirem a lei pode chegar até R$ 23 mil.
 
ROSNAR SIM
 
A lei proposta pelo vereador Everaldo Dal Posso (PL), não estabelece os limites para os latidos ou de que maneira os donos podem controlá-los. Não há punição
prevista para rosnados. 
 
INTENÇÃO
 
Segundo o vereador Dal Posso houve uma interpretação errada da Lei. Seu projeto é baseado em uma Lei Federal de 1941 que prevê sanções para quem provoca ou permite barulho provocado por animal.
 
ESTÁ CORRETA
 
O vereador Isaac da Costa, presidente da Câmara de Vereadores de Penha, informou que o projeto é legal e é intriga da oposição dizer que o projeto impede
cachorro de latir.
 
EXEMPLO
 
Essa lei aprovada na Câmara de Vereadores de Penha revela um bom exemplo do tipo de pessoa que o povo escolhe como seu representante no legislativo. Não há o que não haja. 
 
COVA
 
A foto mostra buraco localizado no cruzamento da avenida Carlos Gomes com rua João Goulart. Pela profundidade é fácil deduzir que uma pessoa pode se machucar gravemente além de também poder ocasionar um acidente de trânsito.
 
 
EM BUSCA DE VOTOS
 
Moradores do bairro São Cristóvão, região Central de Porto Velho, aguardam a chegada dos indivíduos que buscam reeleição para ver se a solução chega.
 
NÃO ERA ASSIM
 
Seu Raimundo, morador há mais de 40 anos na região, diz que a esperança é grande pois, segundo ele, na eleição passada o problema foi resolvido.
 
DUROU POUCO
 
Seu Raimundo explica ainda que com a chegada de chuvas fortes a obra “ meia boca” voltou a sua normalidade. Foi pedida ajuda aos gestores e o resultado da solicitação é o que se vê nos dias atuais.
 
SOLUÇÃO
 
A infraestrutura precária de ruas e avenidas é um mal crônico da capital e está na pauta de promessas de todos os candidatos, sem exceção, que estão com a solução para todos os problemas.
 
AUXÍLIO
 
O Projeto Unidos Contra o Coronavírus, da Usina Hidrelétrica Jirau, em parceria com diversas organizações sociais, está servindo para amenizar um pouco o impacto da crise provocada pela pandemia.
 
CESTAS BÁSICAS E KITS DE HIGIENE
 
O projeto envolve a doação de mais de 20 toneladas de alimentos e produtos de higiene entregues para as famílias em situação de vulnerabilidade social em comunidades onde há ações dos Programas Socioambientais da Usina Jirau, sendo rurais, urbanas, ribeirinhas, pescadores e comunidades tradicionais indígenas.
 
BENEFICIADOS
 
Os beneficiados estão situados em localidades próximas à BR-364 e são pessoas que apresentam atividades econômicas oriundas do turismo, pesca e trânsito de caminhões e carros de passeio, que foram impactadas pela pandemia do coronavírus.
 
OPORTUNIDADE
 
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Direito ao esquecimento

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