Genro de Edir Macedo pede que fiéis doem auxílio emergencial para o ‘Senhor multiplicar’

'Vocês preferem o auxílio emergencial ou o auxílio providencial?', questiona Renato Cardoso, bispo da Igreja Universal, durante culto

Genro de Edir Macedo pede que fiéis doem auxílio emergencial para o ‘Senhor multiplicar’

Foto: Divulgação

O bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Renato Cardoso, genro de Edir Macedo, pediu aos fiéis que doem à instituição o auxílio emergencial recebido pelo governo na pandemia. Em vídeo publicado no YouTube da Universal, ele alega que as contas da igreja foram afetadas pelo isolamento social e ataca governadores. As informações são da Folha de S. Paulo.
 
Com a pergunta “vocês preferem o auxílio emergencial ou o auxílio providencial?”, o bispo estimula a doação do benefício concedido na pandemia, que parte de R$ 150 e chega até R$ 375, dependendo da família.
 
No vídeo, Cardoso diz que as doações se multiplicarão da mesma forma que Jesus Cristo fez proliferar pães e peixes durante peregrinação no deserto. “Aqui, dentro desse cesto está a sua palavra. A sua palavra não mudou. O que o Senhor fez no passado, faz hoje, e multiplica para todos aqueles que confiarem em ti”, afirma, ajoelhado em frente a um cesto destinado para receber o dízimo.
 
“Eu quero ouvir testemunhos, meu Pai, nesta semana ainda, de pessoas que colocaram no cesto o seu pão e peixe, a sua oferta, o seu desafio de fé, e o Senhor multiplicou”, completou.
 
Na oração, Cardoso também menciona a situação de fiéis que não podem trabalhar na pandemia e culpa governadores. “Meu Deus, eu não posso trabalhar, minha renda foi cortada pelo governador”, diz o bispo.
 
Nas redes sociais, pastores de igrejas que apoiam Bolsonaro, como a própria Universal, a Igreja Internacional da Graça de Deus, fundada pelo missionário RR Soares, e a Associação Vitória em Cristo, de Silas Malafaia, têm feito pedidos de dízimo na pandemia. As instituições também se posicionam contra o isolamento social e defendem o chamado “tratamento precoce” contra a Covid-19, que não tem eficácia comprovada contra a doença.
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