QUASE PARANDO: Conselho de Ética suspende reunião sobre Lebrão e Geraldo da Rondônia

Com isso a próxima reunião foi agendada para o próximo dia 01 de junho

QUASE PARANDO: Conselho de Ética suspende reunião sobre Lebrão e Geraldo da Rondônia

Foto: Divulgação

Agendada para as 14h desta terça-feira (25) a reunião do Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de Rondônia – ALE/RO que apura os pedidos de perda de mandato dos deputados José Lebrão (MDB) e Geraldo da Rondônia (PSC) não aconteceu por falta de quórum. 
 
Apenas o presidente do Conselho, Jhony Paixão (PRB) e o deputado Chiquinho de EMATER (PSB), compareceram à reunião. O deputado Eyder Brasil (PSL), justificou a mesa sua ausência na sessão. 
 
Edson Martins, também membro do Conselho, não justificou sua ausência. Ele está condenado em segunda instância e apenas aguarda a oficialização de sua condenação pela Casa de Leis para perder seu mandato. 
 
O suplente de Geraldo da Rondônia, que perdeu sua cadeira no Conselho de Ética, não apareceu. Com isso a próxima reunião foi agendada para o próximo dia 01 de junho. 
 
Quase parando
 
Instalada desde o ano passado, o Conselho de Ética da ALE/RO já está em sua segunda formação e ainda não apresentou qualquer resposta à sociedade que pairam sobre as graves denúncias imputadas aos deputados. 
 
Lebrão foi gravado pela Polícia Federal recebendo dinheiro de propina e de acordo com a própria PF, só não foi preso por conta de seu cargo de deputado estadual, que lhe concede o foro privilegiado. 
 
Já o deputado Geraldo da Rondônia, é condenado em primeira instancia por sonegação e responde por denuncias de agressão, quebra do decoro parlamentar, participação em bebedeiras durante a pandemia, entre outras acusações apresentadas ao Conselho de Ética. 
 
Geraldo da Rondônia responde a um pedido de afastamento feito pelo PROS solicitando o seu retorno à ALE/RO após um laudo psicológico apresentado pela junta médica da Casa de Leis. Essa ação está sendo apreciada pela Advocacia da ALE/RO. 
 
Por enquanto apenas foi realizada a leitura dos processos e a escolha dos relatores, mas, de acordo com os tramites do Regimento Internado da Assembleia Legislativa, caso não seja cancelada mais nenhuma reunião do Conselho, os deputados teriam prazos que arrastariam uma decisão até o ano de 2022, quando termina efetivamente seus mandatos. 
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