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PARLAMENTAR: Deputado Estadual Anderson diz que greve da saúde é justa

Anderson Pereira declarou apoio ao movimento e alertou que algo precisa ser feito de imediato por parte do governo para resolver o impasse o mais rápido possível

ASSESSORIA

18 de Novembro de 2020 às 11:36

Foto: Divulgação

Na sessão ordinária de terça-feira (17), o deputado Anderson Pereira (PROS), expressou sua preocupação com a situação dos servidores da saúde do Estado, que estão entrando em greve pela demora na apresentação de um novo Plano de Cargos, Carreiras e Salários ( PCCS). Anderson Pereira declarou apoio ao movimento e alertou que algo precisa ser feito de imediato por parte do governo para resolver o impasse o mais rápido possível.
 
O parlamentar ressaltou que esteve na frente do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, onde os trabalhadores estavam reunidos em protesto, declarou apoio e disse que o movimento é justo, legítimo, e que o governo tem que dar a atenção devida. O deputado alertou que as tratativas se deram pela comissão de saúde da Assembleia Legislativa,  pediu para comissão intermedia as tratativas com a mesa de negociação permanente (MENP), para abrir diálogo junto aos parlamentares, representantes do Poder Executivo e servidores da categoria para  chegar a uma solução.
 
“Precisamos acabar de uma vez por toda com essa celeuma que se instalou com os servidores da saúde, esses profissionais precisam ter seu trabalho reconhecido e valorizado, pois  essa situação não prejudica somente os servidores, mas também toda a sociedade.  Eu que fiz greve, sei o quanto ela é difícil e ruim, entrar nela é muito fácil, agora sair é bem complicado. Espero que isso se resolva o quanto antes e estamos totalmente à disposição para ajudar o governo resolver este problema de forma definitiva”, destacou o parlamentar.
 
Já aderiram à greve os enfermeiros, nutricionistas, servidores administrativos da saúde e ainda esta noite os médicos deverão decidir se irão aderir também. Anderson explicou que os servidores não deixarão de atender a população nos serviços essenciais, mas irão atuar com equipe reduzida.
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