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NESTA TERÇA (20): Confúcio conduz debate sobre evolução das vacinas contra a covid-19 no Brasil

Para Confúcio Moura, será uma audiência pública de extrema importância, sem politizar os debates das vacinas

ASSESSORIA

19 de Outubro de 2020 às 16:54

Foto: Divulgação

A comissão mista do Congresso Nacional de acompanhamento das medidas de combate à covid-19, presidida pelo senador Confúcio Moura (MDB/RO), promove nesta terça-feira (20), às 15h,  uma audiência para debater o plano de operacionalização da vacinação desenvolvido pelo Ministério da Saúde e a evolução das prováveis vacinas contra à Covid-19, prazos, necessidades e as possibilidades de imunização dos brasileiros.
 
Para Confúcio Moura, será uma audiência pública de extrema importância, sem politizar os debates das vacinas. “Vamos ouvir especialistas, ouvir o Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), todos os institutos que estão pesquisando a vacina no Brasil. Eu tenho certeza que será de grande valia essa audiência pública, importante, histórica”, afirmou.
 
O senador afirmou que há vacinas que estão mais perto de um registro no país, porém, há questionamentos sobre o cumprimento dos prazos, bem como sobre a eficácia da imunização, que depende da potência da proteção que a substância poderá dar e de um planejamento de logística capaz de mitigar a transmissão e os impactos da doença, mesmo com um número de doses inicialmente limitado.
 
Confúcio Moura reafirmou que a resposta que todo mundo busca neste momento, é de uma vacina que comprove eficácia. ”Nós queremos é a vacina para o povo, e a primeira que chegar, pesquisada e que determinar nos organismos a imunidade, essa é a que nós vamos recomendar inicialmente”, afirmou.
 
Foram convidados  para o debate,  o diretor do Instituto Butantã, Dimas Tadeu Covas; o presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI) e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Ricardo Gazzinelli; o vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Guilherme Werneck; e o presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná́ (Tecpar), Jorge Callado.
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